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Redes Sociais: Monitorização e f-commerce  a 16 nov no ISVOUGA

5 Nov
JOANA CARRAVILLA       BRUNA NUNES
Joana Carravilla e Bruna Nunes são as oradoras da 17ª edição do ciclo de conferências ISVOUGA Marketing Sessions, a decorrer no dia 16 de novembro, pelas 19h, em Santa Maria da Feira.
 
Numa época em que efetivamente vivemos na Era Digital e em que muitas tarefas do nosso quotidiano passam pelas tecnologias e acesso à internet, o tema desta 17ª edição aborda o contributo que a correta monitorização das redes sociais pode dar ao sucesso dos negócios no mundo digital. A primeira edição deste ano letivo conta com a intervenção de Joana Carravilla, especialista em comunicação e análise de redes sociais e de Bruna Nunes, profissional de marketing que irá abordar o uso de redes sociais na dinamização de comércio eletrónico.
Joana Carravilla é diretora da E:LIFE Portugal, uma empresa líder em vários países na área de monitorização, análise dos media gerada pelo consumidor e gestão de relacionamento em redes sociais. Conta com uma carteira de clientes nacionais e internacionais de marcas conhecidas do público geral como a Galp, IKEA, Nestlé, NOS, Worten, Jameson Irish Whiskey, entre muitas outras.
Bruna Nunes é diretora de Marketing da Facestore (Aplicação E-commerce de vendas diretas no Facebook) e da VisualWork (Agência de Web Design), é portanto, especialista em Social Commerce, Marketing Digital e Vendas Online.
 O ciclo de conferências ISVOUGA Marketing Sessions é uma iniciativa do MKT:LAB, laboratório da Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas do ISVOUGA, e que desde 2011 promove a partilha de experiências entre conceituados especialistas, os alunos e a comunidade do Entre Douro e Vouga, para além do desenvolvimento de trabalhos aplicados em contexto real.
Como nas edições anteriores as inscrições são obrigatórias e gratuitas (na ligação em baixo).
Redes Sociais: Monitorização e f-commerce
A 16 de Novembro, o auditório do ISVOUGA, recebe a 17ª sessão ISVOUGA MARKETING SESSIONS. A conferência tem início às 19h e conta com a presença de duas oradoras: Joana Carravilla, a responsável pela E.Life Portugal, e Bruna Nunes, Chief Marketing Officer da FaceStore. Inscrições grátis mas obrigatórias em https://17marketingsessions.eventbrite.pt    Mais informações no blogue do evento: http://marketingsessions.isvouga.pt/

Texto de Fátima Andrade e Renato Sá, alunos 2º ano LMPRP

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Uma aula na biblioteca municipal

24 Out

No âmbito de um projecto aplicado para a criação de um plano de comunicação integrado para três equipamentos culturais do concelho, a turma do 2º ano da Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas do ISVOUGA, fez uma visita de 3h à biblioteca municipal de Santa Maria da Feira.

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Os alunos ficaram a conhecer o espaço, os serviços e actividades desenvolvidos ao longo de mais de 280 dias por ano. Etelvina Araújo, directora da biblioteca, guiou os futuros profissionais de comunicação pelas diferentes áreas, incluindo uma passagem pelo depósito onde foram reveladas duas das relíquias do espólio da biblioteca. Esta turma ficou também a conhecer o trabalho de preservação digital de periódicos, a exposição patente na galeria cultural e os espaços usados para o serviço educativo, umas das valências mais procuradas pelos pais para actividades lúdicas e pedagógicas para os mais novos. Este projecto conta com a colaboração do MKT:LAB. A iniciativa partiu da vereação do Pelouro da Cultura, Turismo, Bibliotecas e Museus, da autarquia feirense.

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A fábula do leão e da gazela

13 Ago

leao e gazela

«Every morning in Africa, a gazelle wakes up. It knows it must run faster than the fastest lion or it will be killed. Every morning a lion wakes up. It knows it must outrun the slowest gazelle or it will starve to death. It doesn’t matter whether you are a lion or a gazelle: when the sun comes up, you’d better be running».

 
 Dan Montano

Quem é, o que pensa e o que deseja ser o jovem consumidor digital?

20 Nov
DR

Fonte: Gazeta do Povo

Por João Correia*

O consumidor digital valoriza menos a publicidade e ouve mais os conselhos de amigos, experts e até mesmo de marcas que considera importantes. Ou seja, o word-of-mouth torna-se o maior influenciador das mentes consumistas. Outra característica deste público é o impulso de compra, motivado pela tentativa de se sentir parte de uma comunidade.

Atualmente, há uma tendência para que profissionais de marketing e de desenvolvimento de produtos, publicitários e especialistas em social media tentem responder a estas perguntas. Uma tarefa que não se tem revelado nada fácil, já que as mudanças de motivações de compra ocorrem a uma velocidade alucinante. Obter sucesso nesta investigação, no entanto, é garantir a sobrevivência num mercado que, a cada dia que passa, se torna mais complexo e repleto de incertezas. Embora o processo ainda seja muito embrionário e não se possa afirmar claramente quem é este novo público – e muito menos apresentar fórmulas mágicas para seduzi-lo -, há uma série de indícios que vão delineando o perfil e o melhor modo de dialogar com o consumidor do futuro.

Durante a redação deste texto, exploraram-se alguns estudos que indicaram as tendências de consumo da nova geração digital.
Uma das principais constatações das pesquisas é que os consumidores digitais valorizam menos a publicidade massiva e ouvem mais as sugestões dos amigos, especialistas e até mesmo de marcas com as quais se identificam. Neste contexto, um anúncio publicitário tem menos valor do que uma lista de top ten publicada num site de especialidade ou recomendações postadas no facebook de um amigo. Por isso, ações de marketing viral que estimulem o word-of-mouth digital têm grande recetividade da população.

DR

Fonte:ideiademarketing

Também importante é a descoberta de que a expetativa de aquisição de um produto é mais vivida do que a própria posse em si. O desejo de consumir pode ser interpretado como uma forma de se sentir parte de uma comunidade. Este sentimento ganha força por culpa de uma aceleração da sociedade em que vivemos, que provoca no consumidor digital um anseio e uma tentativa de experimentar tudo, no menor tempo possível, sem se prender a crenças ou estilos. Além disso, a nova geração consumista não é muito fiel a marcas e não gosta de ser estereotipada nas ações de comunicação. Há ainda dados que comprovam algo que os especialistas em marketing digital já perceberam há algum tempo: para alcançar os novos consumidores, não basta uma campanha publicitária tradicional. É necessário partir para ações que, além da publicidade, insiram a marca no mundo online com o qual este público está habituado a relacionar-se. Assim, a estratégia deve passar pela aposta nas ferramentas digitais, como envio de publicidade online, sms, merchandising em jogos de vídeo e marketing viral.
A grande questão de hoje é avaliar o quanto um produto ou serviço está ligado ao quotidiano do consumidor. Para alcançá-lo, devem ser utilizadas as diferentes ferramentas de marketing atualmente à disposição no mercado, como motores de busca e word-of-mouth digital. A nova geração é adepta das comunidades online. O consumidor digital mais jovem confia mais no amigo que tem uma página no Facebook ou que conversa com ele no Skype do que na publicidade. Este público está inserido em comunidades. Acessa o Facebook, YouTube, Wikipedia, etc. As empresas devem-se lembrar disso na hora de preparar os planos de comunicação.
Indo um pouco mais longe, é preciso investir na experimentação. As marcas precisam criar experiências reais, a ponto de provocar uma publicidade espontânea na internet por parte das comunidades. Resumindo, as marcas devem encantar os jovens consumidores, para levá-los a falar bem dos produtos em páginas do Facebook ou blogs. O grande desafio, claro, é como fazer isto, pois ainda não se encontrou uma linguagem de marketing adequada em relação a todos os recursos digitais. E este jovem consumidor não é passivo. Não é a comunicação que o cria, mas sim ele que escolhe ao que vai dar atenção.
Com tantas facilidades para aceder o que quiser, uma das características mais marcantes do consumidor atual é o seu nível de informação. Isto influencia todos os diferentes segmentos de público e afeta diretamente a relação dos consumidores com produtos e serviços. Os consumidores hoje têm mais opções e informações sobre os itens durante a pré-compra e, cada vez mais, interagem entre si por meio de ferramentas digitais, trocam experiências sobre produtos e serviços, além de falarem do impacto destes na sua vida e desenvolverem novos relacionamentos. As tecnologias digitais tornaram o consumidor mais exigente. Ele sabe que agora existe uma série de benefícios e funcionalidades nos produtos, e exige isso das marcas.

*Aluno do 3º ano da Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas, no Isvouga, Instituto Superior de Entre Douro e Vouga.

Artigo realizado no âmbito da unidade curricular de Comportamento do Consumidor

Isvouga Marketing Sessions: o regresso

17 Nov

Crescimento de Negócios

Paulo de Vilhena desvenda os segredos para o Crescimento de Negócios, no Isvouga [Foto: Ramon Simarro]

Por Sabrina Marques*

A última sessão do ciclo de conferências Isvouga Marketing Sessions contou com a presença de Paulo de Vilhena. Com um vasto currículo e experiência na banca, este especialista em vendas foi, entre outras atividades, diretor da ActionCoach.

Paulo de Vilhena veio ao ISVOUGA falar da atualidade do mercado e de como as empresas vivem obcecadas com as vendas. Os empresários esquecem-se do essencial, que é o lucro, e confundem o crescimento da sua empresa com o crescimento de vendas. Se a ideia principal não é lucro, o que se está a deixar crescer é um “cancro”, como refere o próprio Paulo de Vilhena. Para assegurar o crescimento do lucro, o especialista em vendas define duas ideias essenciais: «a primeira é que o lucro não é tudo, o lucro é a única coisa; a segunda é que se deve viver e morrer por um plano de negócios, porque poucos que o têm não olham para ele». A empresa deve estar afinada nos seus pressupostos básicos para assim assegurar que as vendas se transformam em lucros e estes se transformem em cash flow, pois, só a movimentação do dinheiro vai criar valor.

Muitas são as empresas que são criadas com o princípio de base de que o principal objetivo é aumentar e crescer o volume de vendas, estas, vão mais tarde estagnar, na chamada fase da adolescência, muitas vezes acabando por morrer. Se crescem, só acontece quando a economia está em crescimento e a empresa vai e sobe com a maré, quando chega a crise não resistem e acabam por morrer, é nestas alturas que se vê quem não preparou uns bons alicerces, quem “estava a nadar nu”.

Paulo de Vilhena acredita que “execução consistente”, é a melhor vantagem competitiva que uma empresa pode ter, isto é, “fazer aquilo que precisa de ser feito, na quantidade que precisa de ser feita”.

Muitas são as pessoas que querem enriquecer do dia para a noite, querem ir da linha “do que é”, que é a nossa situação real e os desafios que temos de ultrapassar para chegar, à linha de “o que tem de ser”, onde está a ambição. O orador revelou ainda, na conferência, que houve uma pessoa que já lhe pediu ajuda para enriquecer. “Sim, vai demorar cerca de 7 a 10 anos”, foi a resposta de Paulo de Vilhena, algo que seria “demasiado tempo”, no entender dessa pessoa. O orador explica que, na verdade, esses anos passarão à mesma, faça a pessoa algo ou não para alterar a sua condição financeira.

Paulo de Vilhena diz que é importante transformarmo-nos em milionários, não pelo dinheiro, mas pela pessoa que nos tornamos no processo realizado para chegar a esse objetivo. O mais difícil é chegar ao primeiro milhão, a partir daí, a pessoa que aí chegou já sabe a receita para voltá-lo a fazer.

É tudo uma questão de comportamento, “nós só aprendemos alguma coisa, verdadeiramente, quando o nosso comportamento muda”, é a prova de que o aprendemos bem.

“Não se pode fazer nada sobre aquilo que acontece, mas pode-se fazer tudo sobre a forma que se responde àquilo que acontece”, é isto que vai determinar o nosso futuro, é a nossa maneira de pensar, e é também isto que nos distingue dos animais, a nossa capacidade de processar ideias e de tomar decisões, porque “os patos, no inverno, vão para Sul, mesmo que lá esteja o FMI”, não fogem, não são capazes de fazer escolhas. Entre os Homens, é a nossa tomada de decisões, de boas escolhas, que vai distinguir os que têm mais sucesso dos que não têm tanto sucesso.

Paulo de Vilhena diz que se pudesse ensinar um só princípio de sucesso, seria o Princípio da Responsabilidade. Ele concorda com o facto de existir uma linha, a chamada Linha da Vida, e que nós nascemos e aprendemos a viver abaixo dela, porque estamos habituados a usar desculpas para tudo o que nos acontece de menos bom, arranjar culpados e a vivermos em constante negação, o que faz de nós vitimas, mas existe uma forma de nos recondicionarmos na vida, que é mudarmo-nos para o lado de cima da linha, isto é, tornarmo-nos responsáveis pelas nossas decisões, viver em propriedade, pensando que tudo o que fazemos é para o nosso próprio futuro e a prestação de contas, tudo isto vai tornar-nos vencedores.

* aluna 3º ano da Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas, Isvouga, Instituto Superior de Entre Douro e Vouga (resumo da 7ª edição ISVOUGA Marketing Sessions, com Paulo de Vilhena, sob o tema «Crescimento de Negócios»)

Teaser Isvouga Mkt Sessions

Teaser criado pelas alunas Salomé Oliveira, Cristiane Natividade e Diana Neves para o regresso das Isvouga Mkt Sessions

Recordar “O Futuro das Marcas”

13 Nov
Maria Pintado, aluna do 3.º ano da licenciatura de Marketing, Publicidade e Relações Públicas, a fazer Erasmus na Polónia, em Nowy Sacz, enviou-nos hoje um resumo da última ISVOUGA MARKETING SESSION, realizada em Maio, com Carlos Coelho.
Aqui fica o contributo vindo diretamente da universidade National-Louis University – Wyższa Szkoła Biznesu.
6º edição ISVOUGA MARKETING SESSIONS, MAIO 2012

Carlos Coelho, especialista na criação de marcas, foi o orador da 6ª edição ISVOUGA MKT SESSIONS

Na 6.ª edição do ciclo de conferências Isvouga Marketing Sessions com o tema “O Futuro das Marcas” tivemos a presença de Carlos Coelho, especialista na criação de marcas e presidente da Ivity Brand Corp.

Para começar, o futuro da marca passa por aquilo que entendemos que é uma marca. É obrigatório delimitar “território”, deixar o nosso cunho no mercado, pois por incrível que nos pareça as marcas começaram em território sem marcas. Trabalha-se ao máximo para atingir aquilo que se quer. Quanto aos imprevistos que o futuro pode trazer a uma marca é preciso que as nossas convicções sejam mais fortes perante os mesmos: saber dar a volta.

Atualmente, devido à grande concorrência e ao número infinito de marcas no mercado é necessário diferenciar, não é criar aquilo que o “vizinho também tem”.

Um acrônimo que traduz muito bem aquilo que é o futuro é: FUD – Future Uncertain Undoubt (Indubitavelmente Futuro Incerto). Na verdade, serve para explicar também que, no tempo dos nossos avós, o casamento, o carro, os móveis eram para a vida, «Dura uma vida inteira…» e hoje, sabemos que não é bem assim. Vejamos o exemplo da Ikea, “Viva mais a sua casa”, podemos mudar sempre que quisermos, logo, segundo o orador, as coisas não são mais para vida. “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades;” (Luís Vaz de Camões, in “Sonetos”). Não é novidade para ninguém que, o mundo está a mudar o modo como as coisas eram, assim sendo fazer compras e até mesmo o consumidor final estão em constante mudança. O que ontem era, hoje já não é. O cliente tornou-se exigente. Através de um clique tem toda a informação que necessita para a sua escolha final.

A marca tem de ter uma história sedutora que nunca acaba e que mantem o cliente cativo (Never Ending Seduction) tal como no livro d’ As Mil e Uma Noites, um clássico da literatura mundial. O rei Xariar, louco por ter sido traído pela sua primeira esposa, desposa uma noiva diferente todas as noites, mandando-as matar na manhã seguinte. Xerazade consegue escapar a esse destino contando histórias maravilhosas sobre diversos temas que captam a curiosidade do rei. Ao amanhecer, Xerazade interrompe cada conto para continuá-lo na noite seguinte, o que a mantém viva ao longo de várias noites – as mil e uma do título – ao fim das quais o rei já se arrependeu do seu comportamento e desistiu de executá-la. (Fonte Wikipedia)

“Or just a small touch” quando menos o cliente espera, surpreender e fazer algo que o toca. A embalagem também tem um peso importante na decisão do cliente, é indispensável embalar melhor.

As marcas são como o amor, Brand Love (a relação das pessoas com a marca) e passam por cinco fases:

  1. Atenção – ouvir falar sobre a marca;
  2. Desejo – intenção de experimentar/comprar;
  3. Flirt – experimentar/comprar pelo menos uma vez;
  4. Comprometido – às vezes sim, às vezes não;
  5. Amor – ama comprar sempre.

As pessoas namoram montras e nelas namoram os produtos.

Quanto ao panorama português, os portugueses estão em toda a parte do mundo. A nossa história é muito importante, os Descobrimentos fizeram de nós o que somos hoje. Somos criativos, não nos podemos esquecer disso, por exemplo: os “peixinhos da horta” (vagens panadas) são de uma grande originalidade. É preciso ter orgulho no que é nosso, no nosso país. Não deixar de acreditar, é preciso sonhar. A crise não é desculpa. Como diz o velho ditado: “Enquanto uns choram outros vendem lenços”. “Crisis is a mind opener”. Assim, torna-se essencial adaptar preços em questões económicas devido à crise mundial económica.

O manifesto anti-marca não existe. As marcas são necessárias para o mundo.

Conclusão, as marcas têm que ser funcionais e simples.

Aconselho a ver o filme “Branded” (Jamie Bradshaw, Aleksandr Dulerayn, 2012) que traz uma temática interessante ao mundo das marcas e se, de repente fossemos controlados pelas marcas que conhecemos e não só.

Let’s look at the TRAILER.

 

Por Maria Pintado

E tu, quantas competências tens?

31 Out

No artigo 50 Skills Every Marketer Should Have Sujan Patel, fundador da Single Grain, uma das agências de topo em Marketing Digital, em S. Francisco, sugere um conjunto de competências essenciais nos dias de hoje no desempenho da atividade de marketeer. Segue-se a longa lista, em Inglês, é claro, para incentivar outra competência chave do bom profissional de comunicação:

1. Customer-centric

The truly great marketer obsesses about the customer: his needs, wants, desires, dreams and problems. Every marketing conversation begins with the customer—and how they will benefit.

2. Storytelling

A good marketer understands that people love stories. He or she can identify and weave a good narrative. He knows that conflict is at the center of every good story. And he knows that people want to see themselves in those stories.

3. Speed reading

If you want to stay on top of your game, then you need to read every book, magazine article and blog post you can get your hands on. The more information you have at your disposal, the more ideas you will have.

4. Building associations

Great marketers can listen to an advertising idea, scan a business plan or watch a presentation about a client’s campaign goals and eventually bring together a comprehensive plan. They can see how to maximize opportunities across several industries.

5. Interviewing

Marketers need to think like a journalist. No matter if you are talking to the CEO or a client, you need to know how to ask the right questions to get the best answer, hunt for the best hook and not be afraid to follow up if he has more questions.

6. Describing the end game

What does success look like? How do you know if you are succeeding or failing? What milestones do we have to reach to know we are on track and schedule? These questions define the way a marketer thinks. He’s always thinking about the big picture.

7. Creative

Creativity is really all about the production of unique and useful products. A great marketer spends a good deal of time thinking or and refining these types of products. He’s not afraid to fail (he loves risk) and he’s not afraid to throw away a bad idea. He’s full of ideas.

8. Speaking

A lot of marketers are introverts, but that doesn’t excuse you from being a good speaker. You need to be able to handle yourself in both one-on-one situations and in front of a group. I didn’t say you have to love it—you just have to be able to do it well.

9. Teaching

In connection with speaking, a great marketer will love to teach. He will love to share all of his knowledge. You can do this through blog posts, podcasts, one-on-one mentorships, workshops or even teaching in an official classroom setting.

10. Writing

A great marketer will know how to craft just about any message. He’ll know the essence of creating an email asking for a favor from a business partner or writing a proposal for a client. He’ll be a decent speller and know the rules of proper grammar. And when to break those rules.

11. Listening

Communication is not all about what you say. True communication occurs when you hear what someone else says and you correctly understand what they say. That comes with good listening skills like asking questions, nodding, paraphrasing and concentrating on what the speaker is saying.

12. Collaboration

Marketing is one discipline that must play nice with several other disciplines like sales, finance and IT, which won’t happen if you don’t learn how to work with other people. Teamwork is essential to creating great marketing—so be humble and seek the success of other people, and not just your own.

13. Giving feedback

Steve Jobs wasn’t afraid to tell a designer his work sucked. Of course being diplomatic is important. But it is much better that you kill bad ideas quickly, than let them fester and gain momentum, which ultimately will lose you time and money.

14. Live for rapid change

Do you realize how much marketing has changed in the last 50 years? From radio to television to the internet, the changes that have influenced and transform the marketing world have only increased. You need to be comfortable in this environment.

15. Understand data and metrics

As a marketer you should also live for metrics. You don’t have to be a Google Analytics expert or a database mining guru—but you need to understand common terms and you need to know what to ask for.

16. Hard nose for results

Speaking of data, a great marketer thinks that ever thing he does should be tied to performance. This goes back to his love for the endgame, and his belief that without results you can’t tell if you are winning or losing.

17. Direct marketing

He’s developed this hard-nosed quest for results from his exposure to direct response marketing, which is a discipline inside marketing and made famous by the real Mad Men.

18. Persuasive

You should have a fascination with figuring people out—what are their hot buttons? What makes them tick? What do they want out of life? This campaign? And then figuring out how to get them those things so.

19. Negotiating

Hate it or love it—you got to do it if you want to get things done. So it pays to learn negotiating tactics like “good cop/bad cop,” “deadline” or “be willing to walk away.”

20. Analyzing emotions

Whether it is your client, CEO or customers, understanding how emotions make people buy is an incredibly effective skill to have when it comes to marketing. And it all starts with the belief that people buy on emotions, not logic.

21. Search engine optimization

You don’t have to master the art of SEO, but it helps to know the basics like link building, on-page optimization and the impact social media has upon rankings.

22. Content marketing

This is another sub-set of marketing that should be in every marketer’s toolbox. This includes creating content for videos, conferences, blogging or book-length how-to guides. You will usually be a master of one of these areas, too, but not all.

23. Public relations

This boils down to the exchange of information between you and the public. How much do you tell them about the new product you are creating? How do you respond to a customer service nightmare? How you deal with these issues is all about good public relations.

24. Social media

Are you familiar with the major social media platforms out there? Do you have a general sense of each one’s target audience? Can you tell which corporations that would benefit from a social media program—and which ones that wouldn’t?

24. Manage multiple projects

It would be nice if you could just focus on one campaign or project at a time—but unfortunately that won’t be the case. You’ll need to be able to juggle multiple ideas, plans and end goals if you want to be a good marketer these days.

26. Research

Marketing is all about studying your market, customer, product and company. And all of that means you have to roll up your sleeves and dig for information.

27. Leadership

More than likely as a marketer you will work with a team to accomplish a goal. A great marketer is also a great leader, recruiting and encouraging people to accomplish a goal from the start to the very end.

28. Decision making

Even though you’ll probably have access to a ton of information, you’ll never have enough. Worse, you may get paralyzed by all of that information. Or you may fear making a wrong decision. Analyze the data, make a decision and then learn from your mistakes.

29. Networking

Marketers understand that the more people you know the more opportunities, ideas and help you will have. This is why you should spend a good chunk of your time connecting with people on social media, at conference and lunches.

30. Funnel focused

This is the person who constantly thinks about the systems that gets a suspect to become a prospect who becomes a customer who becomes an advocate.

31. Authority building

The marketer realizes that he’s only as good as what people think of him…so he constantly works to become a master in his field.

32. Anticipating and handling objections

Because of your extensive testing you can zero in on what annoys the client or what will make a customer say no to your product offering—and then adjust to overcome that objection.

33. Closing sales

People usually fail at sales because they are afraid to ask for the order. A great marketer knows that most customers won’t buy unless you tell them that’s exactly what they should do.

34. Sharpen the saw

The DNA in a marketer includes this relentless desire to get better at what they do. They are always trying to improve personally—and they are also trying to help those around them improve, too.

35. Reciprocity

Remember the Hari Krishna’s handing out flowers at airports? That was pure marketing genius. Their donations skyrocketed because giving someone a gift makes other people feel obligated to give them something in return. Marketers understand people don’t like to be in debt to other people.

36. Building scarcity

Another skill the marketer has is the ability to use the concept of scarcity to get people off of their butts to buy. Limited time to buy or limited supply are examples of building scarcity marketers employ.

37. Pricing

You understand the impact manufacturing costs, quality, customer expectations, market position and conditions and competition have on your product. And how to test price to reach maximal profitability.

38. Testing

Running tests is one of the things that makes marketing so fun. Whether it’s an A/B on an email headline or a multi-variate on a landing page you get a kick out of learning what will win out.

39. Metrics

You love to look at numbers: number of subscribers, traffic, page views and sales.

40. Compression

What I mean by this is the ability to clearly and concisely describe a complex or large idea into a short, easy-to-digest idea. After listening to clients or management ramble for hours, a good marketer will be able to say, “So you want X with Y by Z, right?”

41. Positioning

You can study a product, its market and target customer and eventually articulate the benefits that need to be promoted and the best way to craft that message across all channels.

42. Focus

Like Steve Jobs, a great marketer will shave off all fat and pour his concentration into making a handful of products the absolute best they can be.

43. Organized

Whether it’s your desktop or the latest marketing campaign, as a marketer you need to be able to coordinate smaller things into meaningful larger chunks. This includes building a marketing team or a content marketing strategy.

44. Architecting content

What I’m talking about here is how to best layout content like videos, articles and ads on a web page.

45. Planning good usability

Marketers need to be involved in the manufacturing of a product—whether it’s a door handle or website—and you need to determine what makes a product easy to use.

46. Recognizing great design

You don’t have to be a designer to be a marketer. You just have to be able to spot good and bad design, which means you have to know what attracts and repels people.

47. Creating innovation

Are you pushing to stand out from the crowd? Do you strive to create something that competitors can’t copy because they don’t have your resources? Are you always saying, “What if”? Then you are probably a pretty good marketer.

48. Kissing butt

Great marketers aren’t so proud that they aren’t willing to kiss butt to get stuff done. They understand that a little flattery goes a long way—even if the principle on the other side of the table knows he is being flattered. People like their egos stroked.

49. Motivating others

You might be a pretty passionate marketer, but no doubt you’ll run into situations where people you have to work with won’t be as motivated as you. This is why you need to take your passion and rub some of it off on your team.

50. Courage

It’s hard being a marketer—especially if you want to be a great one. You need to have the balls to stick to your ideas and to call crap “crap” when you see it.