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Chamada de Trabalhos até 8 abr 2013

23 Mar

poster JIMKT WEB

Foi prolongado o prazo para a chamada de trabalhos das II JORNADAS INTERNACIONAIS DE MARKETING, PUBLICIDADE E RELAÇÕES PÚBLICAS a decorrer em Maio de 2010, no ISVOUGA dedicadas ao tema: Brand Internationalization, Competing in a Global Market.

O envio de resumos deve ser feito até 8 de abril para o email: jimkt@est.isvouga.pt.

As comunicações devem incidir nas três áreas das jornadas.

Mais informações na página oficial das jornadas:

MARKETING CONFERENCE ISVOUGA

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The Most Engaging Brands in Social Media

24 Set

The most engaging companies in social media post often, create tons of content that is less about the organization and more about the passion points that fans and followers share.

Last week, we looked at the most engaging brands on Twitter and found that publishers rule the platform; in fact, seven of the 10 are publishers. For Track Social’s list of the most engaging companies in social media overall, half the companies are brands and half are publishers. It makes total sense. Twitter has turned into the new news feed, which is a perfect fit for publishers. But when it comes to social media engagement overall, brands are just as strong as the media companies.

Track Social ranks the most engaging brands in social media based on how responsive the audience is to brand-initiated interactions on Facebook, Twitter, Linked-In, YouTube and Instagram. It is a measure of the quality of the brand’s social media interactions, and Track Social claims it directly affects the visibility of the brand’s activity on the platforms using their visibility algorithms (such as Edgerank of Facebook).

Some in the top 10 were no surprise at all, like, for example, Disney’s first-place ranking. However, Publix’s besting giants like Walmart and Stop&Shop was a shock. Additionally, the inclusion of G4 Media was also a surprise. It’s obvious that the number of followers doesn’t matter. It’s quality over quantity in social media. It’s better to have a smaller audience that truly engages with the brand than having 1 million people who never even look at your content.

1. Disney
Disney had 26.7 million interactions in one year to brand posts. Disney has made Track Social’s lists for most engaging on Facebook and on Twitter as well. The secret to Disney’s success in social media is that it places a tremendous emphasis on pictures that every American can feel nostalgic about. One example would be a photo of Cinderella walking down the master staircase in the palace on the way to meet her prince for the very first time. On YouTube, Disney has a video thanking Facebook fans, as the company reached 100 million fans on the platform in July. The video has been liked 11.4 million times.

2. Publix
Yes, the grocery chain. With 25 million interactions to brand-initiated posts in the last year, Publix has a very different approach to social than Disney. Although it does post photos now and then, its posts are usually polls, meals of the week, videos and links to the Publix careers Facebook page. The photos it posts on Instagram and Facebook are food shots and on YouTube the strategy is to promote the Publix Simple Meal recipe program. Each platform has a very unique purpose, but they all work to complement each other.

3. Bud Light
Bud Light had 23 million responses from consumers to brand-initiated posts in the last year. Bud Light loves contests, and it really does a good job of using its social media presence to get the word out. On Facebook and Twitter posts for its Be The Captain contest got a high number of interactions from fans. Its Instagram has photos of Bud Lights and some are fan photos, which makes things a bit more interesting. YouTube houses its commercials.

4. Fox News
Fox News, the highest ranking publisher on this list, has 17.6 million interactions with brand posts in the last year. Its content on Twitter and Facebook is mostly breaking news, videos and exclusive interviews. It posts often on Twitter, Facebook and YouTube, ensuring that fans and followers always have a reason to come back for more.

5. Budweiser
The king of beer clocked in at 16.4 million interactions to brand posts in the last 12 months. It’s strategy is very similar to Bud Light’s. There’s a greater focus on images, thought. The posts on both Facebook ad Twitter all get a lot of interaction, and Instagram has fan submissions. YouTube is for TV commercials and online promos.

6. Harley-Davidson
Harley got 15.2 million interactions to its posts in the last year. Its success in social media stems from the fact that Harley enthusiasts are going to get excited over photos of bikes. It’s YouTube channel is pretty cool with exclusive interviews and other online-exclusives.

7. NBC Sports
NBS Sports had 14.7 million interactions to its posts in the last year. It was really getting a lot of engagement during the Olympics, and no doubt that helped its ranking. Photos of Olympic moments, videos, open-ended questions were all getting buzz during the Olympic and Paralympic games.

8. Huffington Post
HuffPo had 12.3 million interactions to posts in the last 12 months. It posts a lot on Facebook and Twitter. It has posted on Twitter 10 times in just the last 26 minutes on Twitter! It has just 39 videos on YouTube, however. They have been viewed just under a million times.

9. CouponCabin
Everyone likes to save a little money! That’s why CouponCabin has had 11.7 interactions to brand-initiated posts in the last year. It uses Facebook and Twitter to distribute its best deals each day. It also gives tips for saving money and promotes its contests. YouTube houses promotional videos, like one for the CouponCabin mobile app and also profiles of top stores to save at.

10. G4 Media
G4 Media, a cable and satellite network, comes in tenth place with 11.4 interactions to brand posts. It posts news, videos and photos targeted at the gaming tech enthusiast.

http://www.digiday.com/brands/the-most-engaging-companies-in-social-media/

Simple Fruit leva fruta fresca à rua

23 Jul

A Simple Fruit, empresa portuguesa especializada na entrega de cestos de fruta fresca, avançou com um conceito de venda de fruta fresca na rua. A Avenida Duque D’Ávila e a praça do Marquês de Pombal, em Lisboa, foram os primeiros locais escolhidos para lançar o projecto, criado em parceria com a Câmara Municipal de Lisboa e com o apoio da EDP.

O objectivo é, à semelhança do que se verifica em diversas cidades mundiais, dar a todos os que passam diariamente por estas zonas a possibilidade de adquirir fruta fresca para o dia.

A fruta é vendida em sacos individuais com a porção certa para o dia, ou em copos de fruta já lavada e cortada. Neste sentido, a Simple Fruit desenvolveu carrinhos refrigerados com um design inspirado nos antigos carrinhos de venda de castanhas e nos eléctricos lisboetas.

Fonte: http://marketeer.pt/2011/07/12/simple-fruit-leva-fruta-fresca-a-rua/

 

A diferença entre “doing digital” e “being digital” por Filipa Caldeira, CEO Iberia Fullsix

13 Jun

Quando olhamos para a evolução nos últimos 10 anos, não existe um ano, um mês, ou mesmo um dia que seja, em que não apareça um novo elemento que venha confirmar e reforçar o poder do “digital”.

A tecnologia evolui de tal forma, que rapidamente muda a vida das pessoas e os meios de comunicação à disposição das marcas.

Neste momento a maior mudança é a passagem de “doing” para “being digital”.

Começando pelo consumidor, assistimos todos os dias a uma transformação na utilização da tecnologia. Quando ontem estávamos sentados em frente ao PC concentrados a navegar em determinado website, hoje estamos a passear na rua, a andar de metro ou sentados num café, a ver o nosso e-mail, a fazer um post no Facebook, à procura de informação sobre um produto ou local, ou a jogar “angry birds”, tudo no nosso smart-phone. Passámos de uma posição de “doing digital” para “being digital”, para uma vida em que estamos permanentemente conectados.

A mais recente adopção dos tablets, com o iPad como seu exponente máximo, canibalizando a utilização dos PC, vem acelerar este movimento. Utilizávamos o PC na nossa secretária, seja em casa ou no escritório, e hoje até para a casa de banho levamos o iPad! Lemos jornais e revistas, vemos um filme na cama antes de nos deitarmos e até para contar uma história animada aos nossos filhos o utilizamos.

É a nova realidade, uma vida digital durante 24h por dia e 365 dias por ano.

Ainda acredita que algo ou alguém vai travar esta transformação? Basta olhar para mais um sucesso de vendas do último iPhone, do iPad ou do recente Kindle Fire, do contínuo crescimento do Facebook que já vai com mais de 800 milhões de utilizadores, dos quais 350 milhões através de dispositivos móveis, para percebermos que a adopção da tecnologia é massiva e rápida. Gostemos ou não, não podemos fechar os olhos, a partir de agora não utilizamos o meio digital, vivemos imersos num mundo digital.

E o que significa “being digital” para as marcas? Os consumidores já não estão dispostos a dar a sua atenção a um sistema que lhes impunha horários regulares: rádio e jornais pela manhã, televisão à noite … Os consumidores já não estão dispostos a olhar, nem que seja por 30 segundos, para a publicidade que as marcas lhes impõem. Hoje, os consumidores assumiram o papel principal: eles são não só o meio de transmissão, mas também os mais credíveis e influentes no processo de decisão de compra.

As marcas não podem continuar numa lógica de “broadcasting”, têm que mudar significativamente a sua atitude e apostar no “friendcasting”. Para isso é fundamental estar onde o consumidor está e fazer parte da vida dos consumidores através de uma experiência relevante e integrada.

Passamos de um mundo em que temos que pensar em plano de conversação e não estratégia de comunicação, em que o factor cobertura tem que ser substituído por engagement, em que a interacção tem que ser promovida a participação, em que o push marketing tem que passar a facilitar o peer-to-peer marketing alavancado no crescimento das redes sociais.

As marcas têm que deixar para trás o conceito de campanhas de comunicação e apostar em construir uma verdadeira “brand attitude”, que inevitavelmente passa por “being digital”. Não há fórmulas mágicas. Cada vez mais a criatividade e simultaneamente a personalização ganham maior peso. Vamos assistindo, pouco a pouco, a casos de sucesso baseados na criação de conteúdos, histórias, que promovem uma conversa, um diálogo e que fomentam a participação dos consumidores, ajudando assim a criar uma nova e mais apetecível atitude da marca. Uma atitude que todos, e cada um de nós à sua maneira, goste e partilhe!

“Being Digital” é um novo biorritmo. Mais rápido e flexível, baseado neste novo ecossistema digital, mas sem esquecer os objectivos da marca. Fácil, não é! Mas, como sempre, os pioneiros terão vantagens.

Fonte: http://marketeer.pt/2012/03/13/a-diferenca-entre-%E2%80%9Cdoing-digital%E2%80%9D-e-%E2%80%9Cbeing-digital%E2%80%9D/

 

A última aula de Licenciatura de um grupo com um grande futuro à sua frente!

1 Jun

Foi no MKT:LAB a última aula sobre Marketing e Inovação do 3º Ano de LMPRP. Foi o local ideal para uma turma dedicada, motivada e cheia de futuro. Dependerá sempre da Atitude porque tudo o que é necessário está lá. Falaram sobre Marketing 3.0 e certamente serão os embaixadores da comunidade ISVOUGA.

Parabéns a todos e até breve! O MKT:LAB e todos os Professores estarão disponíveis para vos apoiar em tudo.

Vocês são a nossa Marca!

Até breve,

Ricardo Mena

As marcas e as redes sociais

4 Abr

Após a euforia das redes sociais, é urgente encontrar mecanismos de medição das actividades nas redes sociais.  A Briefing dá conta de uma monitorização que verifica as marcas e personalidades em destaque.

A Super Bock é a marca de cervejas com maior visibilidade online, tendo recolhido 64 por cento das referências monitorizadas na primeira edição do Barómetro Social da Identidade Digital e Cision. Seguem-se a Carlsberg, também uma marca do portefólio Unicer, com 18,10 por cento das referências, e a Sagres, da Central de Cervejas, com 10,9 por cento.

Esta ordem de fatores mantém-se quando se analisa a presença online por plataformas: assim é nos blogues, no Facebook e no Twitter, sendo aqui, aliás, que a Super Bock se distancia das demais cervejas, com 77,8 por cento das referências.

(…)

Também as marcas de café estiveram em foco neste barómetro e a conclusão é que o Twitter é o canal privilegiado pelos consumidores para falarem sobre estas marcas, surgindo depois os blogues e o Facebook.

(…)

 

QSP Summit 2012: Criar ligações que duram

13 Mar
DR comScore

Gian Fulgoni, co-fundador comScore

Outra das presenças em destaque na sexta edição da QSP Summit foi Gian Fulgoni, co-fundador da empresa comStore. Numa entrevista publicada a 5 de Março de 2012, no jornal Dinheiro Vivo, encontram-se algumas das principais ideias referidas na intervenção, a 8 de Março, na Exponor. Para Fulgoni é importante: ligar, envolver, atingir e influenciar os consumidores, mas, alerta para a necessidade urgente de monitorizar e medir sempre qualquer acção.

As marcas podem retirar mais benefícios da sua publicidade online (display) usando as corretas medições de eficácia da publicidade, incluindo a medição de mudanças de atitudes e comportamento provocadas pela publicidade, como a subida nas visitas do site, consultas de pesquisa de marcas e vendas online/offline. Também podem fazer isso não usando os cliques como a medida da eficácia de um anúncio. A pesquisa da comScore tem revelado que não há relação entre as taxas de cliques e o impacto da publicidade.
Podem fazer isso também medindo o grau até onde o plano de media [compra de espaço comercial] foi realizado como planeado, isto é, atingiu os correctos públicos demográficos, com a penetração [reach] e a frequência planeadas e a visibilidade necessária (oportunidade de ser visto)? Há igualmente que assegurar que a criatividade da publicidade foi testada e que revela mostrar o que se pretende comunicar.

Fonte: Dinheiro Vivo

Também quando lhe perguntaram Se uma marca está a testar a sua entrada nos media sociais, o que recomendaria? Fulgoni não tem dúvidas:

Que começasse no Facebook e tentasse atrair o máximo possível de fãs e enviar-lhe comunicações de marca no seu feed de notícias (não na página dos fãs que raramente é visitada pelos fãs logo após se tornarem fãs). Depois monitorizar de que modo as comunicações são amplificadas à medida que passam para os amigos dos fãs. Finalmente, medir o impacto dessas comunicações no comportamento dos fãs usando as métricas que já referi.

Fonte: Dinheiro Vivo

Ler entrevista na íntegra AQUI.