Branding Destination em debate na 1ª Marketing Session de 2016

A 18ª edição das conferências de marketing ISVOUGA MARKETING SESSIONS vai abordar o branding destination como variável relevante do marketing turístico, numa altura em que o turismo se afigura cada vez mais como um setor económico em crescimento.

Isabel Andrés Marques, é a oradora convidada para a 1ª marketing session de 2016. É professora da  Universidade Lusófona do Porto, Diretora da Licenciatura em Turismo e Gestão de Empresas Turísticas e do Mestrado em Gestão de Turismo. Tem um doutoramento em Ciências do Turismo pela Universidade de Perpignan, França.  Sócia Fundadora e Vice-Presidente da APTUR – Associação Portuguesa de Turismologia e Diretora Executiva do Festival Internacional de Filmes de Turismo –ART&TUR. Os seus principais trabalhos baseiam-se nas temáticas do Património Imaterial, Identidade e Cultura e Turismo Urbano, passando pelo impacto dos meios audiovisuais na construção/promoção da Marca Destino.

A próxima ISVOUGA MARKETING SESSION realiza-se a 23 de fevereiro, pelas 19h, no auditório do instituto. A entrada é gratuita mas as inscrições obrigatórias.

Reserve já o seu lugar aqui .

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Call for papers – II International Marketing, Advertising and Public Relations Conference in ISVOUGA – Brand Internationalization, Competing in a Global Market

This conference aims to discuss marketing, advertising and public relations as fundamental management techniques to the creation of brand image in a global market and an increasingly competitive one, based on the contribution of the latest research in Portugal, Europe and the world.

Therefore, carefully selected themes to be explored will focus on marketing and internationalization of companies and organizations, innovation and entrepreneurship and brand management, since we now live in an open economy, which requires that companies launch new and different products and services, surprising enthusiastic everyday customers.
For the specific area of advertising, prominence is given to image and design, as well as the use of new information and communication technologies and the Internet.
In the field of Public Relations, we will seek to explore the contribution of studies by researchers from several countries, conducted on the strategies and tactics of public relations, protocol and communication management in a crisis situation.

Papers, workshops and presentations are invited on any of the following themes:

Marketing
City Marketing
International Marketing
Branding
Innovation and Entrepreneurship

Public Relations
Protocol
New challenges. Strategic versus Tactical PR
Scenario Building in crisis and issues management
Digital Content Storytelling

Advertising
New Technologies / Social Networks
Online communication
Image studies
Design

CARTAZ JIMKTII International Marketing, Advertising and Public Relations Conference

Brand Internationalization, Competing in a Global Market

10th May 2013, in Santa Maria da Feira, Portugal

For further details of the conference, please visit:

http://www.isvouga.pt/?pg=103

Recordar “O Futuro das Marcas”

Maria Pintado, aluna do 3.º ano da licenciatura de Marketing, Publicidade e Relações Públicas, a fazer Erasmus na Polónia, em Nowy Sacz, enviou-nos hoje um resumo da última ISVOUGA MARKETING SESSION, realizada em Maio, com Carlos Coelho.
Aqui fica o contributo vindo diretamente da universidade National-Louis University – Wyższa Szkoła Biznesu.
6º edição ISVOUGA MARKETING SESSIONS, MAIO 2012
Carlos Coelho, especialista na criação de marcas, foi o orador da 6ª edição ISVOUGA MKT SESSIONS

Na 6.ª edição do ciclo de conferências Isvouga Marketing Sessions com o tema “O Futuro das Marcas” tivemos a presença de Carlos Coelho, especialista na criação de marcas e presidente da Ivity Brand Corp.

Para começar, o futuro da marca passa por aquilo que entendemos que é uma marca. É obrigatório delimitar “território”, deixar o nosso cunho no mercado, pois por incrível que nos pareça as marcas começaram em território sem marcas. Trabalha-se ao máximo para atingir aquilo que se quer. Quanto aos imprevistos que o futuro pode trazer a uma marca é preciso que as nossas convicções sejam mais fortes perante os mesmos: saber dar a volta.

Atualmente, devido à grande concorrência e ao número infinito de marcas no mercado é necessário diferenciar, não é criar aquilo que o “vizinho também tem”.

Um acrônimo que traduz muito bem aquilo que é o futuro é: FUD – Future Uncertain Undoubt (Indubitavelmente Futuro Incerto). Na verdade, serve para explicar também que, no tempo dos nossos avós, o casamento, o carro, os móveis eram para a vida, «Dura uma vida inteira…» e hoje, sabemos que não é bem assim. Vejamos o exemplo da Ikea, “Viva mais a sua casa”, podemos mudar sempre que quisermos, logo, segundo o orador, as coisas não são mais para vida. “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades;” (Luís Vaz de Camões, in “Sonetos”). Não é novidade para ninguém que, o mundo está a mudar o modo como as coisas eram, assim sendo fazer compras e até mesmo o consumidor final estão em constante mudança. O que ontem era, hoje já não é. O cliente tornou-se exigente. Através de um clique tem toda a informação que necessita para a sua escolha final.

A marca tem de ter uma história sedutora que nunca acaba e que mantem o cliente cativo (Never Ending Seduction) tal como no livro d’ As Mil e Uma Noites, um clássico da literatura mundial. O rei Xariar, louco por ter sido traído pela sua primeira esposa, desposa uma noiva diferente todas as noites, mandando-as matar na manhã seguinte. Xerazade consegue escapar a esse destino contando histórias maravilhosas sobre diversos temas que captam a curiosidade do rei. Ao amanhecer, Xerazade interrompe cada conto para continuá-lo na noite seguinte, o que a mantém viva ao longo de várias noites – as mil e uma do título – ao fim das quais o rei já se arrependeu do seu comportamento e desistiu de executá-la. (Fonte Wikipedia)

“Or just a small touch” quando menos o cliente espera, surpreender e fazer algo que o toca. A embalagem também tem um peso importante na decisão do cliente, é indispensável embalar melhor.

As marcas são como o amor, Brand Love (a relação das pessoas com a marca) e passam por cinco fases:

  1. Atenção – ouvir falar sobre a marca;
  2. Desejo – intenção de experimentar/comprar;
  3. Flirt – experimentar/comprar pelo menos uma vez;
  4. Comprometido – às vezes sim, às vezes não;
  5. Amor – ama comprar sempre.

As pessoas namoram montras e nelas namoram os produtos.

Quanto ao panorama português, os portugueses estão em toda a parte do mundo. A nossa história é muito importante, os Descobrimentos fizeram de nós o que somos hoje. Somos criativos, não nos podemos esquecer disso, por exemplo: os “peixinhos da horta” (vagens panadas) são de uma grande originalidade. É preciso ter orgulho no que é nosso, no nosso país. Não deixar de acreditar, é preciso sonhar. A crise não é desculpa. Como diz o velho ditado: “Enquanto uns choram outros vendem lenços”. “Crisis is a mind opener”. Assim, torna-se essencial adaptar preços em questões económicas devido à crise mundial económica.

O manifesto anti-marca não existe. As marcas são necessárias para o mundo.

Conclusão, as marcas têm que ser funcionais e simples.

Aconselho a ver o filme “Branded” (Jamie Bradshaw, Aleksandr Dulerayn, 2012) que traz uma temática interessante ao mundo das marcas e se, de repente fossemos controlados pelas marcas que conhecemos e não só.

Let’s look at the TRAILER.

 

Por Maria Pintado

É preciso ir ter com o consumidor

Numa altura como esta que atravessamos, as marcas querem aumentar o volume das suas vendas, e para o conseguirem têm de atuar junto dos pontos de venda, para chegar diretamente ao consumidor.

Segundo o diretor comercial da GoDirect Group: «…as ações no ponto de venda continuam a significar um aumento de vendas superior a 25% quando se compara com iguais períodos em que não há promoção ou mecânicas de passatempos em curso»

Toda esta estratégia direta com o consumidor deve-se ao facto de o “atual” consumidor estar desperto e à prova do bombardeamento publicitário a que estão sujeitos que se traduz numa elevada saturação visual, o que faz com que o consumidor esteja mais suscetível aos atributos funcionais em detrimento dos emocionais. É dever das marcas contrariar isto, daí a necessidade de estas inovarem e explorarem novas formas de comunicação através da descoberta e experimentação sensorial. Como o efeito surpresa, nos pontos de venda (PDV) a utilização do chamado marketing sensorial expressa assim a personalidade da marca através das ações que apelam aos cinco sentidos, sejam eles os visuais, sonoros, olfativos, auditivos e tácteis, são determinantes para cativar a atenção do consumidor, envolvendo-o emocionalmente e incentivando-o a experiências únicas e diferenciadoras.

Estas estratégias de atrair o consumidor através das sensações/experiências, como, por exemplo, a degustação e a simulação, são ações que têm de ser inesperadas e consentâneas e assim o consumidor cria empatia com a marca, ao mesmo tempo que esta recebe o feedback, o que pode ajudar no desenvolvimento de novos produtos, ou melhorar os atuais, indo assim ao encontro das preferências do consumidor, aumentando assim a probabilidade de criar futuras relações duradouras.

Mónica Ferreira considera que outra das ações eficazes «são aquelas que oferecem ao consumidor o que precisa com a garantia, ou perceção, de que será possível ganhar facilmente e sem esforço». Isto é, o consumidor quer que a compra seja rápida, fácil e sem massacres com toda a informação a que está sujeito diariamente.

Com o envolvimento consumidor – marca cada vez mais próximo, tenta-se que o consumidor se sinta em casa nos PDV, portanto a tarefa é fazer com que este se sinta importante, ouvido, por isso é necessário falar diretamente com ele, captar os seus dados, (o que vai ajudar a marca a criar um perfil deste) e criar momentos de experimentação e consequente ligação com o produto.
Como estamos numa era em que as novas tecnologias digitais ganharam poder, e o consumidor do século XXI é muito high tech, nada melhor do que fazer com que o consumidor interacta com estas nos PDV para melhor conhecer a marca e os produtos que esta oferece, mostrando que esta informação pode ser cruzada com as redes sociais, websites e outras ações de comunicação.

Sabrina Marques, Lmprp.3272