Carlos Coelho, especialista em criação de marcas é o orador da 6ª edição ISVOUGA MARKETING SESSIONS com o tema “O Futuro das Marcas” que decorre a 18 de Maio.

2 Maio

Com o mundo em ritmo acelerado de mudança, qual será o futuro das marcas? Como comunicar numa era em que as marcas têm dificuldade em controlar a mensagem? O que mudou no consumidor? Como ouvir, envolver e partilhar numa era que todos podem ter uma palavra a dizer?

Estas são algumas das questões para discutir a 18 de Maio pelas 19h, na 6ª edição ISVOUGA MARKETING SESSIONS por Carlos Coelho, conceituado especialista em criação e gestão de marcas.

Neste dia será também apresentado o ISVOUGA Marketing Lab, um espaço experimental que terá por principal objectivo a ligação entre os alunos da Licenciatura em Marketing, Publicidade e Relações Públicas e as empresas.

Como nas edições anteriores a entrada é livre, mas as inscrições são obrigatórias e unicamente através de: http://marketingsessions.eventbrite.com.

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Uma resposta to “Carlos Coelho, especialista em criação de marcas é o orador da 6ª edição ISVOUGA MARKETING SESSIONS com o tema “O Futuro das Marcas” que decorre a 18 de Maio.”

  1. Rosa Maria Costa Maio 20, 2012 às 17:29 #

    “Isvouga Marketing Sessions”

    Tema “O Futuro da Marcas” em poesia.

    Mais um “Isvouga Marketing Sessions” se realizou
    Publicitado por alguns meios de comunicação,
    Em que o “Futuro das Marcas”
    Foi o tema escolhido para exposição.

    Para sessão sobre tal assunto
    Foi Carlos Coelho, o escolhido para orador,
    Que brincando com o fato de se encontrar coxo
    Brindou a audiência com seu humor.

    Ainda antes de dar início
    A essa que seria a sua apresentação,
    Agradeceu o Doutor Professor Ricardo Mena
    A sua disponibilidade e presença nesta sessão.

    Começa Carlos Coelho o seu discurso
    Sobre o tema que nesta sessão se destaca,
    Que o “Futuro das Marcas”
    Dependo do entendimento do que é uma marca.

    Pois se assim não o compreendermos
    É quase com o seu não existir,
    Desconhecendo a sua essência
    Não existe possibilidade de evoluir.

    Uma marca é super simples
    O que se torna em si obrigatório,
    É a existência de algo fixo
    Ao que chamamos de território!

    Prende-se a audiência a este tema
    E ao orador, cujo discurso continuou,
    Falando dos primórdios das marcas
    E em como tudo começou.

    Desde a necessidade de identificar o gado
    Para distinção de propriedades distintas compreendidas,
    Mais tarde com o intuito da função
    Onde as profissões eram distinguidas.

    Com a Revolução Industrial desenvolveram-se
    Mais marcas, que como outras tantas tais,
    Aprenderam a cativar o público para os seus produtos
    Com novas funcionalidades funcionais.

    O não delineamento da nossa existência
    Alterou os sistemas das marcas, é verdade,
    De que nada é eterno e igual até ao perecimento
    Tratando-se de uma vicissitude da nova realidade.

    Para se poder entender uma marca
    Ideia esta, visto como um fundamento,
    É que o mundo tornou-se numa grande rede
    Ligado a um mundo extra físico, em movimento.

    Gerir uma marca possui duas vertentes
    Onde se verifica o controlo e sedução,
    Em que uma metade é controlada internamente
    E a outra seduzida a dar uma opinião.

    Que qualquer marca existente
    Possui uma funcionalidade global
    Em que se analisa a componente estética
    Assim como a emocional, funcional e social.

    Retém-se na memória, que numa marca
    Deverá ser a componente estética que domina,
    Que é ela que numa marca, nos dá prazer
    E que nos eleva, a auto-estima.

    Frisou-se igualmente sobre o tema abordado
    Com todo o auditório a escutar,
    Que em tempos de crise, para gerir uma marca
    É necessário “Ouvir, Seduzir e Partilhar”.

    Mas que é de fato uma marca?
    Muitos dos presentes se perguntarão
    Trata-se de um compromisso entre pessoa e coisa
    Com um estruturado plano de sedução.

    Fazer uma marca não é difícil
    Dever-se-á seduzir um qualquer ouvinte,
    Contando-lhe uma história bonita que jamais acaba
    E que continua tão bela, no dia seguinte.

    Embora, em tempo de crise, escasseie o dinheiro
    E predomine, no País, a desilusão,
    Devemos continuar a dar coisas ao mundo
    Nunca nos faltando a ambição.

    A crise acarreta efeitos nefastos
    Levando a população a desanimar,
    Mas é nesta altura de contenção
    Que a marca Portugal devemos valorizar.

    Exemplos foram dados pelo Carlos Coelho
    Em que através da estética, revelou-se o potencial,
    De marcas como a TAP, Pluma e Sonae
    Que dignificaram, além fronteiras, o nome de Portugal!

    E que nesse seu último projeto
    Por ser diferente, foi insultado,
    Valeu-lhe a criatividade e estética reconhecida
    Alcançando, no fim, um bom resultado.

    Seguiram-se momentos, que a meu ver
    Foram descritos de forma fenomenal,
    Referindo-se a produtos portugueses
    Que serão sempre fonte de orgulho nacional.

    Embora pequeno, Portugal é valioso
    que devemos aproveitar este tempo de mudança,
    Para dar valor a essa marca que é nossa
    Como o fez um dia, Dona Catarina de Bragança.

    É agora a oportunidade para nos mexer
    Mudando nossa economia que nos causa tanta dor,
    Encarecendo, superiorizando a nossa marca
    Acrescentando, ao que temos, o amor.

    Torna-se necessário criar neste País
    As”coisas que não existem” de forma criativa,
    Para fazer de Portugal uma grande central
    Dessa necessária energia criativa.

    Ser-se criativo é ser-se capaz
    De encontrar sempre soluções,
    E que um não, nem sempre é para parar
    Mas para superar nossas limitações.

    Devemos ser sempre absurdos
    Saindo, muitas vezes, desse estável lugar,
    Pois nada se pode fazer de inovador nas marcas
    Se não dispusermos a nos interrogar.

    Jamais será linear
    E tão definida essa realidade,
    Devemos continuar a mostrar a nossa marca
    Na direção do futuro, que é a prosperidade.

    Fica, em conclusão, essa ideia
    De que ser-se Português é um dom,
    Que se dê valor devido a Marca Portuguesa
    “Porque o que é Nacional, é Bom.”

    Obrigada, Carlos Coelho, pela presença
    Do princípio ao fim, a apresentação foi de louvar,
    Esperamos, com entusiasmo, um novo tema
    Para que ao “Marketing Isvouga Sessions” possa voltar.

    Lembrem-se, demais leitores…

    “Que fazer uma marca não é difícil
    Dever-se-á seduzir um qualquer ouvinte,
    Contando-lhe uma história bonita que jamais acaba
    E que continua tão bela, no dia seguinte.”

    Rosa Maria Costa

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