Social Media Marketing: o melhor comentário sobre esta sessão ganha um prémio único. Participe!

25 Abr

Mais uma vez lançamos o concurso do melhor comentário sobre a última ISVOUGA Marketing Sessions sobre Social Media Marketing. Até dia 8 de Maio aguardamos a vossa participação.

O participante com maior número de edições ganhar irá ter um prémio final que irá ser um momento marcante.

No dia 18 de Maio, teremos a 6ª edição do ISVOUGA Marketing Sessions e que provavelmente será a mais marcante de sempre e onde iremos entregar o prémio!

Até breve!

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2 Respostas to “Social Media Marketing: o melhor comentário sobre esta sessão ganha um prémio único. Participe!”

  1. Ana Borgas Maio 8, 2012 às 17:14 #

    SOCIAL MEDIA MARKETING, na 5ª Edição do ISVOUGA MARKETING SESSIONS

    Sendo o ISVOUGA MARKETING SESSIONS, um ciclo de conferências para promover um espaço de partilha e discussão dos grandes temas do marketing, era inevitável abordar o universo do Social Media. Assim, no passado dia 26 de Março, o auditório do Instituto Superior Entre Douro e Vouga abriu portas a dois conceituados especialistas em networking, nomeadamente Hélder Falcão e Vasco Marques que regalaram a plateia com a sua experiência na área, aplicando-a a casos específicos para uma melhor percepção do tema.

    Pela primeira vez, Maria do Céu Bastos, docente de Inglês do instituto e doutoranda em Estudos de Tradução, com uma tese sobre a tradução e a publicidade, foi a moderadora da sessão.

    “Se não gostas da mudança, então vais detestar a extinção.” – Hélder Falcão iniciou a sua apresentação abordando a alteração que tem vindo a ocorrer a vários níveis, nomeadamente a renovação de conceitos já desactualizados como “O segredo é a alma do negócio!” – Se um negócio esconde segredos é porque não é suficientemente capaz de estar no mercado. A tendência é a partilha e a transparência que deve estar inerente a todas as acções.

    As mudanças verificam-se logo nos de mais tenra idade. As crianças já não agem como era habitual. A rotina de ir para a escola e só voltar a falar com os amigos no dia seguinte já não acontece. Cada vez mais cedo existe o acesso às redes e à partilha de informação e todos os aparelhos que permitem esse acesso parecem ser de uso instintivo para os mais jovens. Para o comprovar, o orador apresentou um vídeo relacionado com a facilidade de utilização das novas tecnologias, o qual transpareceu na perfeição a mudança das tecnologias e a adaptação às mesmas desde idades muito precoces.

    Neste seguimento, Hélder Falcão diferenciou a utilização da internet aliada às várias ferramentas disponíveis relacionando a web 1.0 com os sites, a web 2.0 com as redes sociais, a web 3.0 com os dispositivos conectados / tecnologia integrada e a web 4.0 com as inteligências conectadas. Estes dispositivos fornecem-nos um cérebro extra com a facilidade da partilha de toda a informação, onde uma pessoa ou empresa pode estar ligada a 2 biliões de pessoas sem qualquer filtro e monitorizar conversas gratuitamente. Por outro lado, isto leva-nos a reputações rapidamente construídas e destruídas à distância de um clique, ou seja, é necessário estar devidamente preparado para estar presente na rede e preparar antecipadamente a gestão de possíveis crises.

    “A nossa reputação é a coisa mais importante que nós temos!”

    Existem diversas tecnologias sociais que nos permitem estar presentes no meio online de forma distinta. Por exemplo, podemos usar o Facebook e o LinkedIn para comunicar, o Youtube e o SlideShare para transferir conhecimento e o SocialMention e o Twinfluence para medir o valor da reputação. Contudo, o elevado número de redes leva-nos a escolher a mais adequada para o alcance dos objectivos traçados.

    O orador deu-nos a conhecer uma lista interessante de algumas ferramentas consoante a sua funcionalidade:
    – Plataformas: Facebook, Twitter, Scribd, Flickr e Youtube;
    – Pesquisa: LinkedIn, Jigsaw, Spoke, Insideview, Hoovers, Dowjones, Infogroup, Zoominfo;
    – Interacção: Rss, Plaxo, Twitter, Xacity, Soocial, Blogger, Youtube;
    – Métrica: LinkedIn, SocialMention, Assict-o-mattic, Vanno, Twinfluence, People browser, Visible.

    Hélder Falcão terminou a sua intervenção alertando a plateia para o facto de que devemos pensar qualitativamente no mundo offline e quantitativamente no universo online.

    Vasco Marques, a título de curiosidade, começou por nos dar a conhecer os cartões de visita do Facebook, sendo que os primeiros 50 são gratuitos e são construídos com a imagem da “timeline” do perfil, com o objectivo de promover essa iniciativa do facebook já disponível em Portugal.

    Sabendo que o universo existe há 13,7 mil milhões de anos e que o Social Media tem apenas 10 anos, podemos afirmar que o ser humano está ainda a dar os primeiros passos nesta área e que também as empresas começam a aprender a utilizar as ferramentas disponíveis.

    Neste sentido, o orador falou particularmente do Facebook como um fenómeno entre as redes sociais. E porque consideramos o Facebook um fenómeno?! Pelo seu número de utilizadores (crescente), pelo log in universal, pelo livro e filme que originou, por estar preparado para empresas, aplicações, funcionalidades e integração de conteúdos, por ser a maior plataforma de publicidade segmentada e por ter sido a maior entrada na bolsa da história tecnológica.

    Sim, o Facebook ocupa o primeiro lugar entre as principais redes, vejamos os números:
    – Facebook: 800 milhões de utilizadores;
    – Twitter: 300 milhões de utilizadores;
    – LinkedIn: 135 milhões de utilizadores;
    – Google+: 62 milhões de utilizadores.

    Contudo, há mais na web para além do Facebook, mas… Pode ser só Facebook! O certo é que devemos investir tempo e recursos no que nos traz mais rentabilidade e a nossa presença online deve ser sempre centrada no site oficial, orientado para a gestão dos conteúdos. Nunca descurar o meio offline, que deve estar em sintonia com o online e estar atento a outros meios digitais. É preciso testar, trabalhar e aprender com as experiências. E atenção: O Facebook é apenas uma pequena parte do que se pode e deve integrar numa campanha de marketing digital!

    Para uma estratégia integrada devemos definir os objectivos (fãs, vendas, notoriedade…), o design (imagem, personalização, aplicações…), os conteúdos (definir um plano, o tipo, a periodicidade), a promoção (anúncios, site…), estimular a interacção e converter a informação utilizando as métricas disponíveis.

    Vasco Marques abordou também a questão da segmentação no meio digital realçando que existem diferentes critérios como os dados demográficos, os interesses, as ligações no facebook, as relações, a formação académica, o idioma, o local de trabalho, etc. Desta forma e para diferenciar a comunicação podemos, por exemplo, segmentar pelo título de um anúncio.

    Exemplo de uma clínica veterinária do Porto:
    “És homem, solteiro, vives no Porto e tens menos de 35 anos?! Então temos uma gata para ti!”

    O percurso a realizar é, sem dúvida, ter muitas ideias e trabalhar muito – não obter resultados – ter mais ideias e trabalhar mais – encontrar o momento certo e a abordagem certa – criar com vontade e paixão – sentir o reconhecimento e ver a projecção do nosso trabalho. Tudo isto requer uma grande exigência.

    Vasco Marques termina a sua intervenção com a apresentação de um caso único relacionado com o Facebook: “QR Code – Trabalhar depressa e bem!”

    A sessão terminou com um vídeo inspirador intitulado “Pensamentos positivos para o novo ano” (http://www.youtube.com/watch?v=irAYXQly-z0) e com muitos aplausos.

    Obrigado Hélder falcão e Vasco Marques!

  2. Maria Pintado Maio 8, 2012 às 22:50 #

    A 5.ª Edição do ISVOUGA Marketing Sessions com o tema “Social Media Marketing” trouxe-nos como oradores convidados Hélder Falcão e Vasco Marques. Ambos especialistas em networking. A temática em debate abordou questões como as tendências e desafios das novas formas de comunicar nos meios online, nomeadamente a reputação online, muita das vezes esquecida pelas empresas que aderem às redes sociais.
    Facebook, Twitter, MySpace, Linkedin, Hi5, Flickr, Tagged, Google+, Youtube,…
    Hélder Falcão começou por nos revelar que, o nosso poder está na “ponta dos dedos” e, que “não há nada de novo, a forma como está feito é que é diferente”.
    Contudo, é preciso ter muita atenção, porque no que diz respeito às redes sociais, nem tudo é um “mar de rosas”., Não é só partilhar imagens/vídeos e colocar Gosto, esta torna-se também perfeita para se deixar uma queixa ou dizer aquilo que uma marca jamais quererá ler. O Marketing 3.0 tem uma vertente especial, isto é, as novas tecnologias e as redes sociais dão ao consumidor o poder. Hoje, os consumidores quando veem uma marca podem imediatamente julgar a sua aparência como falsa ou real de acordo com as experiências das suas “conversas” na internet. O mesmo exige cuidados redobrados com a reputação de uma marca. Deve ser constante a preocupação, porque uma falha pode comprometer toda a sua história, o seu ADN. A publicidade deixa de ser massiva e, no futuro, não é a venda do produto que é mais relevante, mas sim criar/fazer valor para depois levar o consumidor, específico ou não, à compra. Podemos ainda acrescentar que à velocidade com que corre a informação no séc. XXI, isto pode tornar-se um problema e não uma solução. O mais importante é que “sem consistência não há comunicação” (Mena, 2012). Devemos comunicar sempre aquilo que somos, pois uma boa ideia tem de perdurar no tempo.
    Falou ainda de ferramentas que medem a influência social através da web. Quanto maior a pontuação, maior é a influência. Entre muitas ferramentas deste tipo destaca-se a Klout. A capital do Reino Unido, Londres, é o exemplo da utilização desta ferramenta para medir a sua influência.
    Outra questão, que considero pertinente, devido ao “boom” nos E.U.A. é o facto dos jovens online serem potenciais “embaixadores” de marcas. Segundo a pesquisa que fiz, passo a citar: «A recomendação por parte das teenagers a familiares e amigos é frequente sobre os mais variados produtos desde moda, livros, entretenimento e maquilhagem. Com as taxas elevadas de recomendação e influência das adolescentes atuais, os marketeers terão, cada vez mais, que confiar nestas jovens como potenciais “embaixadoras” das suas marcas, em especial, nas redes sociais onde passam grande parte do seu dia.» (em http://www.fibra.pt/redes-sociais/345-jovens-online-sao-potenciais-embaixadores-de-marcas.html)
    Vasco Marques, por sua vez, passou uma mensagem otimista, bastante positiva e necessária ao “ambiente” atual.
    A reter que, devemos apostar na rede social que traz mais retorno à empresa, e que não tem de ser obrigatoriamente o Facebook. Sugere também que, cada empresa deveria ter um vídeo promocional de 2 minutos no máximo. Como todos “vão na onda”, não esquecer que, não devemos ficar só pelos meios online e a presença online deve estar centrada no site, porque aí controlamos melhor do que nas redes sociais. Alerta, “não há fórmulas mágicas”, há que testar, há que experimentar, nunca desistir, como o próprio disse: “Não é falhar, porque tem uma conotação negativa, mas sim avançar.” O lema das redes sociais é o seguinte: “Trabalhar depressa e bem!”., se não queremos perder a nossa quota de mercado.
    “O que é que eu quero do Facebook?” esta pergunta nunca se faz e deveria fazer parte de qualquer plano e estratégia de Marketing.
    Outro momento chave foi a explicação do porquê do Facebook ser um fenómeno:
    – o número de utilizadores;
    – login universal (open ID);
    – fazem publicidade versus o site da empresa, isto é, em vez de fazerem publicidade à empresa aproveitam a rede social, onde existem milhões de utilizadores e fazem da página do Facebook a da empresa;
    – a publicidade é segmentada;
    – a entrada na cotação da bolsa, a maior da história tech.
    Para terminar, “Play with like, like to play, on exit.” (Vasco Marques, 2012)

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