O melhor comentário sobre a 4ª edição ISVOUGA Marketing Sessions com o tema Empreendedorismo ganha um prémio único!

21 Fev

Até dia 29 de Fevereiro às 23h contamos com a vossa participação. A Maria Pintado do 2ª ano de LMPRP lidera este desafio.

Bom trabalho!

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2 Respostas to “O melhor comentário sobre a 4ª edição ISVOUGA Marketing Sessions com o tema Empreendedorismo ganha um prémio único!”

  1. Maria Pintado Fevereiro 29, 2012 às 18:33 #

    A 4.ª Edição do ISVOUGA MARKETING SESSIONS foram 3 horas muito bem passadas, com casa cheia, para ver e ouvir, Miguel Gonçalves, apesar do dia em questão, 14 de Fevereiro (Dia dos Namorados, data festiva importada dos E.U.A.). Desde já, os meus Parabéns a toda a equipa de coordenação do evento.
    «Miguel Gonçalves tem uma década de experiência em agitar mentalidades. Em 2011 tornou-se numa das figuras do ano nas redes sociais, após uma participação no programa Prós e Contras, da RTP, dedicado ao Tema «Esperança no futuro», onde, num discurso aguerrido e frontal revelou que a forma para contornar as adversidades está na atitude e na capacidade de ser diferente.» (mediapressure, 2012)
    E porquê, um “admirável mercado novo”?!
    É preciso “arregaçar as mangas” e não arranjar “desculpas esfarrapadas” para tudo e para nada. Pois, segundo o próprio não somos uma “geração à rasca”, mas sim a “geração do não compensa”.
    Logo, de início focaram-se aspetos como:
    – não nos podemos acomodar, mas sim arriscar, sair da nossa zona de conforto, ir à procura e à descoberta «Por mares nunca de antes navegados,» (“Os Lusíadas”, Canto I);
    – não desistir, mas sim insistir e persistir;
    – procurar mercado antes e não depois, como a maioria das pessoas faz;
    – “para concretizar o sonho é preciso tentar”;
    Primeiro conselho entre muitos outros, pois segundo Miguel Gonçalves, não interessa, unicamente a nossa área, segundo este, isto é, devemos passar pelas vendas, fazer “porta-fria”, call centre, durante 4 a 6 meses. Ter polivalência (multitasking), porque dá formação e traz experiência, aumento valor para mim criando uma mais-valia para a empresa que me recrutar. Como diz, Guy Le Boterf, “competência é o saber em ação” e, estando de acordo com o orador, o desenvolvimento de competências, que devem ser entendidas como uma súmula de saberes, de saber-fazer e de saber-estar, é fundamental para a nossa vida e para as empresas, uma vez que elas permitem a nossa adaptação aos mais variados contextos de trabalho. As competências não se esgotam nem são específicas de uma determinada área, bem pelo contrário, elas são transferíveis para outros contextos e ajudam-nos a estar preparados para este mundo/mercado global, em constante mudança.
    Uma oportunidade encontrada e vantajosa é o facto de sermos universitários, o que é muito diferente de sermos desempregados. É aqui, a altura ideal para começarmos a “dar nas vistas”, aproveitar este estatuto e “vendermos a nossa pessoa”.
    Outro tema também abordado, foi a resiliência, capacidade de ser humilde e “ultrapassar os traumatismos” (Marie Anaut,2002); é um “código” para a vida.
    Einstein dizia que, “O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário”, o que nos leva a entender que se quero ser bem-sucedido, tenho que trabalhar muito, e de preferência com atitude, “mangas arregaçadas”. Se algo, está mal, perceber o que se passa, reconhecer e tomar uma atitude.
    Para quem está, à procura de emprego, não foram esquecidas dicas. Colocou a questão de que se não tivéssemos CV como nos apresentaríamos? Algo que dá que pensar e rever, pois o não tradicional, aqui poderá fazer toda a diferença. Inovar, “porque mais do mesmo é que não”. Simplificar, de preferência curto e conciso. Exemplos dados: em A3, a folha ser de cor e ter aroma, o que já fiz e o que sou com logotipos, fazer um vídeo, ou ainda, como é o caso do jovem que para concorrer à Torke (Agência Marketing de Guerrilha) se embrulhou e colocou um manual de instruções que era o seu CV. Segundo um estudo, em média, perdem 8 a 12 segundos a ler um CV, ora se editamos “um calhamaço”, ninguém lhe vai prestar atenção.
    Para uma reunião de emprego não devemos ir desprovidos de conhecimento sobre a empresa a que nos candidatamos e durante a mesma fazer contra perguntas, tirar anotações e, caso não formos chamados, enviar um e-mail a pedir opinião sobre a reunião e o que é preciso melhorar.
    Ponto assente: é preciso diferenciar (nem que seja usar sapatilhas fluorescentes), arriscar, criar soluções e não problemas, “furar” até encontrar o que a empresa quer, ter iniciativas e não desistir à primeira, rever a estratégia e não esquecer que “o mercado invoca à ousadia”.
    Está visto que, não há lugar para queixumes, mas sim para “arregaçar as mangas” e fazer-se ao “admirável mercado novo”.

  2. Ana Borgas Fevereiro 29, 2012 às 20:36 #

    A 4ª Edição ISVOUGA Marketing Sessions contou com o muito esperado Miguel Gonçalves que nos falou sobre o novo mercado ao qual temos de nos adaptar. A plateia, repleta e curiosa, absorveu palavras entusiasmantes e que são simplesmente a verdade do tempo que vivemos!

    “Magic is something you make!”

    “Dois homens reparam que vem um leão a correr na sua direcção. Um deles calça um par de sapatilhas e o outro, indignado, diz:
    – Porque estás a calçar as sapatilhas?! O leão corre mais que tu de qualquer das formas.
    Ao que o outro lhe responde:
    – Mas eu não preciso de correr mais do que o leão. Eu só preciso de correr mais do que tu!”

    Ouvimos esta pequena história no início da sessão e rapidamente nos apercebemos da mensagem que Miguel Gonçalves nos passava através daquela metáfora. Isto porque o “admirável mercado novo” exige muito trabalho e dedicação. Mas, acima de tudo, é preciso acreditar no que fazemos. É preciso arregaçar as mangas e fazer o que é preciso e o que mais ninguém faz.

    É certo que temos que apresentar claramente a nossa proposta de valor ao mercado. Porque irá uma empresa trabalhar com X e não com Y?! X demora 2 dias a dar resposta ao pedido e Y demora 5 dias… Então, não restam quaisquer dúvidas. Tem que existir sempre um factor de diferenciação que permita ao mercado filtrar as suas opções. Quanto mais competências forem desenvolvidas, maior será a probabilidade de criar oportunidades.

    “Eu não digo que sou o melhor do mundo. Só não conheço ninguém melhor que eu!”

    Neste sentido, a forma como nos apresentamos ao mercado é a forma como iremos desenvolver o nosso trabalho. Logo, se fizermos o mínimo vamos receber o mínimo. É importante lembrarmo-nos que um colaborador tem que trazer retorno à empresa e não ser apenas mais um custo. Para além disso, temos que nos lembrar que as empresas são óptimas incubadoras onde podemos aprender e essas oportunidades não podem ser desperdiçadas. Ganhar cada vez mais competências deve ser sempre o pensamento presente e não a remuneração recebida. O facto de estes pensamentos estarem trocados é o que nos leva ao desemprego… Porque, afinal, é mais fácil desistir e “não compensa”! Miguel Gonçalves revogou o facto se sermos a chamada “Geração à rasca”, dizendo que somos a “Geração do não compensa”. Mas, a verdade é que compensa sempre desde que estejamos a fazer algo que gostemos. Não podemos desistir ao primeiro “não” e temos que acreditar nos nossos sonhos. É preciso ter consciência de que uma vida é feita de trabalho e, por isso, é importante lutarmos pelos nossos sonhos, para que passemos a vida a fazer o que gostamos. E lembrem-se: “É mais barato cometer erros nas empresas dos outros, por isso, aproveitem!”

    “Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida!” – Confúcio

    Não podemos continuar a encontrar desculpas para tudo. Temos que nos concentrar nas soluções e nos ensinamentos. A vida não pode ser feita de violinos! Juntemos, então a capacidade de sermos humildes e admitir que existem pessoas mais inteligentes ou com mais recursos do que nós e que, por isso, temos que trabalhar sempre mais. Ser bem-sucedido exige muito trabalho, mas vale a pena! Já “algures” lemos “trabalharás 6 dias e descansará no 7º dia” … Não ao 2º ou ao 3º!

    “Deitem fora as televisões lá de casa e utilizem o tempo com algo mais útil como trabalhar!”

    Precisamos de dizer o que fazemos e de fazermos o que dizemos! As coisas acontecem se nós as fizermos acontecer e, para isso, é preciso ter uma dose de loucura sadia e acreditar que é possível mudar o mundo.

    “Não peçam emprego. Negoceiem oportunidades!”

    As coisas funcionam com quer que funcionem. E, como as vitórias não são previsíveis, o esforço tem que ser contínuo. “O sucesso é um conjunto de pequenas boas coisas!”

    “Quem quer faz. Quem não quer manda… CV’s!”

    É altura para fazer coisas novas e de nos lembrarmos que Portugal é extraordinário! Vamos acabar com os “-inhos” – bacalhauzinho – cafezinho … e vamos aderir aos “-ãos” – bacalhauzão – cafézão … porque somos capazes de fazer tudo o que quisermos independentemente da nossa origem. “Há muita gente a fazer coisas fantásticas!”
    O que fazemos não vai ser só mais ou menos bom porque somos portugueses. Podemos candidatar-nos à excelência, não interessa de onde somos.

    Fica a mensagem de que temos que nos adaptar à mudança e ao mercado. Tudo acontece mais depressa, mas também existem cada vez mais recursos.

    “E… Para a história ficam os resultados!”

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