Parabéns Ana!

6 Dez

A aluna Ana Borgas do 3º Ano de LMPRP teve o melhor comentário sobre o tema de Marketing das Cidades apesar da concorrência ter sido de muita qualidade.

Aqui fica o texto completo:

A 2ª Edição desta iniciativa contou com a presença de Duarte Magalhães e Joaquim Pereira para nos falarem sobre o Marketing das Cidades. Os dois participaram no projecto que deu origem ao livro “City Marketing – MyPlace in XXI”.

Duarte Magalhães começou por referir que “O Marketing tem todo o enquadramento na gestão das cidades”, explicando que esse enquadramento passa pela pura estratégia de medir e controlar o que nos rodeia.

É muito comum falar-se de meios quando se aborda este assunto das cidades, contudo é necessário engenho e dedicação para superar as contrariedades e os obstáculos.
“As cidades competem entre si”, por isso cada uma tem que saber vender-se a si própria! Para isso é preciso personalizar a oferta de forma a construir a diferença. Todas as cidades procuram uma marca, uma imagem… Todas elas devem conseguir atrair os seus clientes (residentes, empresas, trabalhadores…) pois sem eles deixam de ser, definitivamente, uma cidade com alma e vida.
Somos “empurrados para continuar a gerar riqueza” e a verdade é que “não acreditamos na qualidade dos produtos/serviços das empresas portuguesas onde trabalhamos”, preferimos os produtos internacionais. Para contrariar este facto é preciso trabalhar uma identidade e despertar um sentimento de pertença. Não interessa tentar ser o que não não somos, construir uma imagem e não a conseguirmos manter!

“Só se justifica o Marketing quando tendemos para ser todos iguais!”

Mas… Antes de definir a estratégia em si é necessário saber quem somos, assumir a nossa essência e dar o nosso máximo. O Marketing das cidades é “o projecto de um lugar”… “É uma marca que deve ser estruturada, experenciada e potenciada como elemento aglutinador de uma cultura, de forma de estar… de uma história partilhada”.

Temos que construir lógicas partilhadas em vez de lógicas quantitativas: “Levar as coisas a sério com orgulho”, pois “só podemos construir a nossa identidade sobre o que verdadeiramente somos”. E nunca esquecer que o fundamental são as pessoas. E os diferentes pontos de vista dessas pessoas constroem a riqueza… As pessoas criam as diferenças entre as cidades!

“Temos que procurar o equilíbrio”, realizando um processo de racionalização de posições.

Ficou a ideia que uma cidade competitiva, que tem a capacidade de atrair e fixar cidadãos, trabalhadores e visitantes, em conjunto com uma cidade sustentável que deve ser capaz de gerar desenvolvimento económico e coesão social são, definitivamente, a cidade do / com futuro.

Para criar a identidade comum de que tanto se fala temos que fazer nossas as conquistas das nossas cidades, porque “as cidades são simultaneamente a causa e a solução do problema”. Cada um é um importante actor no desenvolvimento local. As cidades, como marcas, estão em constante mudança e todos os esforços de Marketing, estratégia, sustentabilidade e competitividade devem actuar em conjunto.

Não podemos permitir que o conformismo se apodere de nós. As diversas desculpas que damos para não mudar têm de acabar. Se nada fizermos, nada acontecerá.

Em síntese, é preciso criar soluções comuns para os problemas que são de todos. Devemos fazer ouvir as nossas ideias e nunca esquecer que a melhor forma de conhecer o futuro é participar na sua construção!

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