O melhor comentário sobre Marketing das Cidades publicado até dia 30 de Novembro recebe um prémio único!

23 Nov

Depois da Maria Pintado ter ganho a primeira edição sobre Marketing 3.0 desafiamos a todos a descreverem as principais ideias da 2ª edição do ISVOUGA Marketing Sessions.

E não esqueçam: pretende-se a vossa própria opinião e o valor acrescentado que trazem enquanto alunos e especialistas em marketing.

Bom trabalho!

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4 Respostas to “O melhor comentário sobre Marketing das Cidades publicado até dia 30 de Novembro recebe um prémio único!”

  1. Filipa Alves Novembro 23, 2011 às 15:34 #

    O seminário com o tema Marketing das cidades apresentou-se desde logo um tema de elevado interesse uma vez que, para mim, até então, era uma área totalmente desconhecida.
    Com a apresentação dos oradores Duarte Magalhães e Joaquim Pereira foi possível perceber do que se trata a temática em causa, sendo que, esta ideia ainda se encontra em gestação no território nacional.
    Á semelhança das empresas, as cidades também devem definir estratégias, onde devem ser envolvidas todas as pessoas de forma a potenciar os locais de acordo com a sua identidade.
    A identidade das cidades encontra-se na sua essência, na sua história, nos seus costumes ou nas potencialidades desenvolvidas com os tempos como factores tecnológicos, gastronómicos, etc.
    A potencialidade das cidades deve ser feita no sentido de atrair novos habitantes, visitantes, turistas, investidores.
    Para a dinamização da estratégia é fulcral a intervenção das autarquias que, por sua vez, devem mobilizar todos os munícipes no sentido de atingir os objectivos propostos.
    O crescimento das cidades envolve um aumento de qualidade de vida das suas populações gerando também o desenvolvimento do país.
    O Marketing das cidades revela-se como motivação para a racionalização do território, ou seja, o equilíbrio e sustentabilidade, reunindo um conjunto de requisitos que se revela inovador.
    Na minha opinião, a ideia do marketing das cidades é muito boa, no entanto, existem factores que ,a curto prazo, apresentam lacunas difíceis de corrigir. Nomeadamente a questão do estado de fragilidade em que se encontra a nossa sociedade, que tem por base uma crise de valores, a dificuldade de reconhecer as mais-valias do que nos rodeia. Portugal tem a mobilização para o futebol como exemplo mas, ainda assim, a população na sua generalidade reconhece que a selecção ganhou um jogo, no entanto, não conhece a maioria dos jogadores. O mesmo acontece a outros níveis em que é necessário promover a formação da população com actividades que a levem a ter interesse em participar nos movimentos locais.
    Por outro lado coloca-se a questão da conjuntura actual que não permite investimentos avultados, pelo que, todos os recursos devem ser racionalizados. Ainda será necessário o desmantelamento da corrupção que existe por trás de diversos órgãos que desmotiva a população na participação de decisões/escolhas, gerando o sentimento de revolta e injustiça. Reunidas as condições básicas e utilizando exemplos onde já é aplicado o Marketing nas cidades, será certamente uma realidade exequível no longo prazo, sendo que, para isso não se pode baixar os braços e desistir de atingir os objectivos finais.
    Mais uma vez agradeço e quero parabenizar a organização pela iniciativa deste tipo de eventos, que criam valor e que permitem a reflexão acerca dos assuntos.

  2. Ana Borgas Novembro 28, 2011 às 13:46 #

    A 2ª Edição desta iniciativa contou com a presença de Duarte Magalhães e Joaquim Pereira para nos falarem sobre o Marketing das Cidades. Os dois participaram no projecto que deu origem ao livro “City Marketing – MyPlace in XXI”.

    Duarte Magalhães começou por referir que “O Marketing tem todo o enquadramento na gestão das cidades”, explicando que esse enquadramento passa pela pura estratégia de medir e controlar o que nos rodeia.

    É muito comum falar-se de meios quando se aborda este assunto das cidades, contudo é necessário engenho e dedicação para superar as contrariedades e os obstáculos.
    “As cidades competem entre si”, por isso cada uma tem que saber vender-se a si própria! Para isso é preciso personalizar a oferta de forma a construir a diferença. Todas as cidades procuram uma marca, uma imagem… Todas elas devem conseguir atrair os seus clientes (residentes, empresas, trabalhadores…) pois sem eles deixam de ser, definitivamente, uma cidade com alma e vida.
    Somos “empurrados para continuar a gerar riqueza” e a verdade é que “não acreditamos na qualidade dos produtos/serviços das empresas portuguesas onde trabalhamos”, preferimos os produtos internacionais. Para contrariar este facto é preciso trabalhar uma identidade e despertar um sentimento de pertença. Não interessa tentar ser o que não não somos, construir uma imagem e não a conseguirmos manter!

    “Só se justifica o Marketing quando tendemos para ser todos iguais!”

    Mas… Antes de definir a estratégia em si é necessário saber quem somos, assumir a nossa essência e dar o nosso máximo. O Marketing das cidades é “o projecto de um lugar”… “É uma marca que deve ser estruturada, experenciada e potenciada como elemento aglutinador de uma cultura, de forma de estar… de uma história partilhada”.

    Temos que construir lógicas partilhadas em vez de lógicas quantitativas: “Levar as coisas a sério com orgulho”, pois “só podemos construir a nossa identidade sobre o que verdadeiramente somos”. E nunca esquecer que o fundamental são as pessoas. E os diferentes pontos de vista dessas pessoas constroem a riqueza… As pessoas criam as diferenças entre as cidades!

    “Temos que procurar o equilíbrio”, realizando um processo de racionalização de posições.

    Ficou a ideia que uma cidade competitiva, que tem a capacidade de atrair e fixar cidadãos, trabalhadores e visitantes, em conjunto com uma cidade sustentável que deve ser capaz de gerar desenvolvimento económico e coesão social são, definitivamente, a cidade do / com futuro.

    Para criar a identidade comum de que tanto se fala temos que fazer nossas as conquistas das nossas cidades, porque “as cidades são simultaneamente a causa e a solução do problema”. Cada um é um importante actor no desenvolvimento local. As cidades, como marcas, estão em constante mudança e todos os esforços de Marketing, estratégia, sustentabilidade e competitividade devem actuar em conjunto.

    Não podemos permitir que o conformismo se apodere de nós. As diversas desculpas que damos para não mudar têm de acabar. Se nada fizermos, nada acontecerá.

    Em síntese, é preciso criar soluções comuns para os problemas que são de todos. Devemos fazer ouvir as nossas ideias e nunca esquecer que a melhor forma de conhecer o futuro é participar na sua construção!

  3. Maria Pintado Novembro 30, 2011 às 17:05 #

    A 2.ª Edição do ISVOUGA MARKETING SESSIONS contou com o tema “Marketing das Cidades”, que não poderia ter tido melhores oradores, uma vez que os mesmos são os autores do livro, “City Marketing – MyPlace in XXI – Gestão Estratégica e Marketing de Cidades”.
    Abordaram-se aspetos como: a Identidade Local, a Governação Local, o Cidadão Local e a Visão Local. Tudo na ótica empresarial, Marketing de Produto/Serviços.
    Logo de início, encontramos um problema e, como já dizia o ditado “Deus dá nozes a quem não tem dentes”. Isto quer dizer que, muitas cidades e muitos países têm tudo para vingar neste conceito, mas a sua adoção e gestão estratégica nesse âmbito é nula. Não se sabe também, por vezes sustentar essa comunicação. A nível de sucesso, segundo os oradores, não há casos de sucesso, porque a estratégia impede a comparabilidade. Aliás, convém focar que a Identidade Local trabalha-se, mas a Imagem Local jamais.
    O que acontece atualmente, apesar de já existirem exceções (como é o caso de Aveiro, Braga, Oeiras, Óbidos, Paredes) artificializar, por vezes não é a melhor opção, pois a longo prazo verifica-se que afinal não somos o que queríamos parecer. Isto é muito importante, nada se faz sem esforço e, como tal é necessário uma construção coerente, distintiva e diferenciada. Não podemos ser, como foi dito durante a sessão: “gente de projetos de 24h00”.
    A nível da Governação Local, na minha opinião um tema sempre crítico e polémico, porque agrada mais a uns do que a outros. Aqui, a plateia presente foi bastante ativa. Falou-se de algo que, no meu entender, muitos esquecem facilmente, a Cidadania. A mensagem principal desta temática é que, sem margem, para dúvida é preciso Rivalizar. É preciso que um país ou uma cidade se ajuste ao século XXI, não é excluir-se. Os Fatores de Atração também ganham relevância: intencionalidade e compromissos (Residentes e Turistas). Tudo isto, sem comprometer as gerações do futuro. Uma cidade sustentável: desenvolvimento, cidadania, competitividade, território, melhor gestão e uma gestão participada. Articulando estrategicamente com as empresas. Volto a reforçar que, os valores de cidadania são os elementos chave (aspetos importantes sobre a perspetiva do Cidadão Local).
    Se a cidade são as pessoas, o cliente é o cidadão, a cidade como marca, então aqui é preciso relevar tudo aquilo que seja oferta de valor ou agregar valor para o consumidor final.
    Por último, salientou-se que há cidades mais importantes e com mais relevância que os países em si; que cada caso é um caso (marcas países, marcas cidades).
    Aproveitando o que se tem vindo a falar em Relações Públicas e as boas práticas da mesma, se o contato das instituições com os cidadãos e turistas for gratificante, criando uma satisfação única no cliente, esta será a melhor divulgação que a cidade poderá alcançar.
    No nosso concelho, podemos considerar que existem motivos de orgulho, o facto de aparecer na Televisão uma peça sobre Santa Maria da Feira (abertura de uma Padaria Low-Cost) demonstra bem o potencial que a cidade tem na inovação, oferecendo valor aos seus cidadãos. Por aqui, podemos verificar que Santa Maria da Feira poderá criar valor e imagem de marca não recorrendo unicamente ao desenvolvimento cultural (Viagem Medieval e Imaginarius).
    Para terminar, a prova do reconhecimento do Fado como Património Imaterial da Humanidade recentemente, reforça a ideia de que temos muitas potencialidades, das quais nos podemos orgulhar, cabe-nos a nós desenvolvê-las.

  4. Inoponible Agosto 5, 2013 às 18:32 #

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