ISVOUGA Marketing Sessions sobre Marketing 3.0 afirma a velocidade de resposta e a relação como factores críticos para o futuro!

1 Nov

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Uma audiência numerosa, convidados de enorme capacidade e experiência e um exemplar trabalho de equipa da organização possibilitou 3 horas de discussão sobre os temas do Marketing e as Vendas do futuro.

Alguns exemplos de questões abordadas : A velocidade será mais importante que a qualidade? O vendedor deve cultivar mais a relação de que conhecer o produto? O marketing deverá acabar para ter mais sucesso?

Paulo Ferreira relembrou a importância da aplicação da fórmula 7-38-55, no processo de comunicação. Assim, 7% do que é retido deriva das palavras, isto é do que se fala, 38% da paixão com que o faço (tom de voz) e, 55% da relaciona-se com a expressão corporal. O orador, especialista em vendas, sublinhou ainda a importância de se adoptar a sigla AHA (Atitude, Humor e Acção), pois, como defendeu, um vendedor de impacto não tem clientes, tem fãs.

Pedro Aguiar abordou questões relacionadas com os factores críticos de sucesso para um marketing 3.0 eficaz e os novos desafios organizacionais ao nível do marketing e estratégia, considerando que qualquer produto, em si, é marketing e que a organização, qualquer que seja, no seu todo, é marketing.

O melhor comentário sobre os temas abordados na Sessão colocado até dia 8 de Novembro às 18h será premiado com um brinde único e inesquecível do ISVOUGA Marketing Sessions. Contamos consigo.

Em breve novidades sobre a próxima sessão de Novembro.

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12 Respostas to “ISVOUGA Marketing Sessions sobre Marketing 3.0 afirma a velocidade de resposta e a relação como factores críticos para o futuro!”

  1. Ana Borgas Novembro 5, 2011 às 16:24 #

    Os consumidores seleccionam os produtos e as empresas que melhor saciam a suas inexistências mais profundas de identidade e idealismo. As empresas devem compreender que, para os clientes mais escrupulosos e concentrados nas tecnologias, as regras mais antigas do marketing deixam de se aplicar. Por isso, é necessário criar culturas de empresa que sejam inspiradoras… É cada vez mais importante abraçar as tendências contemporâneas e criar a adaptação ao mercado. As empresas devem adequar-se a este novo paradigma e posicionar a sua marca como uma força positiva, global e inter-relacionada.

    Sem esquecer que “o marketing vai acabar” devemos tentar irradiá-lo, tentando que se torne a solução do Séc. XXI.

    Cada um de nós tem que ter um pouco de “Óscar” dentro de si!

  2. Salomé Oliveira Novembro 5, 2011 às 16:46 #

    Esta iniciativa teve, na minha opinião, uma abertura excecional. Com oradores de grande qualidade, dinâmicos e principalmente com experiência profissional na área subordinada ao tema. Pedro Aguiar demonstrou claramente o que é o Marketing 3.0 salientando as diferenças comparativamente ao marketing transacional e marketing racional. Já Paulo Ferreira, mais interativo com os participantes, focou-se essencialmente na relação de vendedor/cliente. Para aqueles que nunca estiveram na posição de vendedores, Paulo colocou-se nessa mesma posição (não fosse essa uma das suas aptidões) e exemplificou como deve ser a atitude de um verdadeiro vendedor! Coisas que parecem simples, mas que fazem toda a diferença quando se compara um vendedor profissional a um simples vendedor.
    São pessoas destas que nos fazem crescer profissionalmente! Gostei bastante.

  3. Joel Resende Novembro 6, 2011 às 21:18 #

    Ao longo dos anos o Marketing têm vindo a ter um grande crescimento devido às necessidades e exigências dos tempos que correm. Para nos inteirar e salientar mais valias assistimos ao Seminário sobre o Marketing 3.0, o Marketing do Futuro.

    Os 2 oradores; sendo 1 professor de Marketing e o outro formador na area de vendas; elucidaram-me de uma forma objectiva, clara e concisa os ponto chave do Marketing de hoje e do Futuro (próximo), já que está em constante mudança devido ao grande avanço do Mercado que tem sido tão volatil. Como nos indicou o Dr Pedro Aguiar o Marketing 3.0 não deve estar localizado num departamento mas sim estar alocado a todos eles dentro da empresa, ou seja transversal.

    O MARKETING 3.0; que é muito mais que um conceito, ou seja é um MARKETING mais HUMANISTA e que fazem com que este ganhe ainda mais representatividade no meio e o divididem entre “tendências, estratégias e aplicação”; apresenta-se ainda como uma realidade. Transcrevo ainda os 5 factores que definirão o Futuro; Surpresa, Mudança, Risco, Complexidade e a Velocidade claramente não esquecendo os 3 V’s (Value Costumers, Value Proposition, Value Network).

    Para ter a “mistura” perfeita, claro que as Vendas terão também um grande Impacto no sucesso e para isso tivemos a excelente interação com o publico do Dr. Paulo Ferreira onde da enfase tambem a 5 pontos que são necessarios para a fidelização do cliente: Posicionamento Emocional (emoçoes positivas e atenção personalizada), Comunicação Interpessoal( 7.38.55), Rede de Relacionamento (fazer-se presente, sociabilidade), Posicionamento de Imagem (adequação do visual ao contexto) e finalmente a Prática de Acção de Apoio (forma de marcar presença na mente dos clientes).
    A junção de todos estes componentes leva ao sucesso do Marketer e consequentemente da Equipa/Empresa criando fãs seguidores e fieis ao comercial.

    Destaco o grande empenho e organização deste Seminário com o intuito de fortalecer o nosso conhecimento com exemplos práticos e uteis no Futuro.

  4. Jorge MIguel Gomes Ferreira Novembro 6, 2011 às 22:27 #

    Em primeiro lugar gostaria de felicitar a organização deste evento, porque acho que ele correu lindamente e foi um dia em que aprendi muito para a minha vida profissional.

    Na primeira parte do seminário vi uma analise do Marketing nos dias de hoje e não podia estar mais de acordo com o que foi apresentado, como por exemplo os 3 A’s e um dos 5 factores de risco mais importante que é a velocidade porque a qualidade já e um dado adquirido. Outro tema que foi abordado e estou completamente de acordo é o conhecimento holístico que cada um deve ter nos dias de hoje e a visão do mercado em termos de quota em cada cliente em detrimento da “vulga” quota de mercado. Hoje devemos analisar dados dos clientes e não das organizações. Hoje o cliente entra pela organização dentro. embora ache que deve ser criteriosa e limitada esta liberdade. Concluindo, ´não restam duvidas que o Marketing dos dias de hoje não deve ser um departamento ou uma pessoa mas toda a organização, e o marketing hoje é mais direccionado para cada cliente no intuito da organização conseguir obter os famosos “seguidores”.~

    Na segunda parte do seminário, como não houve intervalo, achei que o publico iria começar a demonstar algum cansaço, mas o formador supreendeu pela positiva, porque consegui captar a atenção de toda a assistência. Nota-se que o formador é um perito na matéria (Vendas) e entusiasma mesmo o mais céptico. Concordo plenamente que nos diás de hoje a diferenciação é um ponto chave em vendas. Os clientes valorizam uma opinião do vendedor acerca do seu negócio e o vendedor tem que ser um especialista em comunicação e investir na relação e investir nos clientes actuais porque o crescimento pode estar mesmo no que hoje existe. Ao analisar os 5 pilares de um vendedor de impacto(, dependendo do tipo de clientes ou tipo de produto a vender acrescentaria mais um pilar que é: Conhecimento do Produto. Concluindo, concordo com os 5 Pilares abordados e até alguns “termos usados” foram novos para mim, como por exemplo o 7.38.55 ou a regra do Metro, que vou tentar instruir aos meus vendedores. Mas quando se trata de mercado profissional ou até mesmo alguns tipos de produtos no mercado do consumidor final, o vendedor hoje tem que ter um grande conhecimento do produto porque assim obterá rapidamente do cliente a confiança e o relacionamento desejado.

  5. Joel Resende Novembro 7, 2011 às 22:11 #

    Ao longo dos anos o Marketing têm vindo a ter um grande crescimento devido às necessidades e exigências dos tempos que correm. Para nos inteirar e salientar mais valias assistimos ao Seminário sobre o Marketing 3.0, o Marketing do Futuro.

    Os 2 oradores; sendo 1 professor de Marketing e o outro formador na area de vendas; elucidaram-me de uma forma objectiva, clara e concisa os ponto chave do Marketing de hoje e do Futuro (próximo), já que está em constante mudança devido ao grande avanço do Mercado que tem sido tão volatil. Como nos indicou o Dr Pedro Aguiar o Marketing 3.0 não deve estar localizado num departamento mas sim estar alocado a todos eles dentro da empresa, ou seja transversal.

    O MARKETING 3.0; que é muito mais que um conceito, ou seja é um MARKETING mais HUMANISTA e que fazem com que este ganhe ainda mais representatividade no meio e o divididem entre “tendências, estratégias e aplicação”; apresenta-se ainda como uma realidade. Transcrevo ainda os 5 factores que definirão o Futuro; Surpresa, Mudança, Risco, Complexidade e a Velocidade claramente não esquecendo os 3 V’s (Value Costumers, Value Proposition, Value Network).

    Para ter a “mistura” perfeita, claro que as Vendas terão também um grande Impacto no sucesso e para isso tivemos a excelente interação com o publico do Dr. Paulo Ferreira onde da enfase tambem a 5 pontos que são necessarios para a fidelização do cliente: Posicionamento Emocional (emoçoes positivas e atenção personalizada), Comunicação Interpessoal( 7.38.55), Rede de Relacionamento (fazer-se presente, sociabilidade), Posicionamento de Imagem (adequação do visual ao contexto) e finalmente a Prática de Acção de Apoio (forma de marcar presença na mente dos clientes).

    A junção de todos estes componentes leva ao sucesso do Marketer e consequentemente da Equipa/Empresa criando fãs seguidores e fieis ao comercial.

    Destaco o grande empenho e organização deste Seminário com o intuito de fortalecer o nosso conhecimento com exemplos práticos e uteis no Futuro.

  6. Filipa Alves Novembro 7, 2011 às 23:22 #

    A marketing session decorrida no passado dia 29 de Outubro revelou-se uma enriquecedora experiência de conhecimento com a presença dos oradores Pedro Aguiar apresentando o Marketing 3.0 e Paulo Ferreira com a parte das vendas.

    Pedro Aguiar iniciou a apresentação do marketing 3.0 com a estratégia de criar seguidores, ou seja, pretende-se que actuais e novos clientes se tornem seguidores da marca e que se interessem por toda a sua envolvente, anseiem por serem parte da marca. Por sua vez as marcas devem criar mecanismos que despertem a emoção dos seus consumidores por forma a estes sentirem-se tocados.

    Apresentou ainda o 5ºP de Planet, sendo que, as marcas nos dias de hoje devem também ter em conta a sua sustentabilidade tornando estas mais duradouras reduzindo assim o seu impacto no planeta.

    O Marketing é o produto, a experiencia total com o produto, a marca, toda a organização, que na opinião de Pedro Aguiar não devia existir departamento de marketing pois todos os departamentos devem conhecer o marketing.

    O feedback dos clientes deve ser tido em conta e mensurado, as pessoas gostam de interagir e partilhar, sentirem-se parte da marca, uma vez contagiados são eles próprios que divulgam a marca.

    Com toda a sua energia e humor Paulo Ferreira falou dos vendedores como especialistas em estabelecer relações.

    O vendedor deve adaptar-se ao mercado, reconhecer as necessidades e aproveitar toda a potencialidade dos seus conhecimentos.

    Criar relações com os clientes, cativa-los, saber escuta-los, reconhecer as suas necessidades são caracteristicas de um vendedor de impacto.

    O que é importante é o cliente!

    Os vendedores de impacto distinguem-se porque não têm clientes, têm fãs, seguem o vendedor para qualquer lado , a relação é valorizada.

    Falou ainda dos 5 pilares dos vendedores de impacto:

    1 Posicionamento emocional – forma como as pessoas irão lembrar do vendedor, emoções positivas instigadas no cliente, atenção personalizada nunca é investimento sem retorno.

    2 Comunicação interpessoal – Bons vendedores são bons ouvintes, devem em 90% estar a ouvir e 10% do tempo a fazer perguntas. Referiu ainda a regra 7.38.55 (7% tem a ver com o que se diz ao cliente, 38% falar com sentimento, a forma como se fala com o cliente e 55% postura e linguagem corporal perante o cliente).

    3 Rede de Relacionamentos – Relacionar a qualquer nível, todo o tipo de clientes e todos o seus pares. Ser lembrado por todos. Fazer-se presente, sociabilizar, lembrar datas.

    4 Posicionamento de imagem – adequação ao contexto visual, hipervalorização da imagem.

    5 Prática de acções de Apoio – o que se pode fazer pelo cliente como pessoa, qual a forma de marcar presença na mente dos clientes, como melhorar o bem estar do cliente.

    É necessário AHA – Atitude, Humor, Acção – provocar espanto ao cliente, trazer mais um fã!

    E assim se encerrou uma sessão preenchida de momentos altos onde os oradores transmitiram a sua experiencia elucidando à inovação e criatividade.

    Ao Professor Ricardo Mena congratula-se a iniciativa sendo de grande interesse continuar com este tipo de sessões.

    • Paulo Ribas Novembro 8, 2011 às 12:13 #

      O Isvouga Marketing Sessions teve sem dúvida um impacto muito positivo entre os presentes, felicitando desde já o Prof. Ricardo Mena o Autor desta iniciativa.

      Neste seminário protagonizado no auditório do Isvouga o Prof. Ricardo Mena trousse até nós dois profissionais, um na área de Marketing o Dr. Pedro Aguiar e na área das Vendas o Dr. Paulo Ferreira. Uma simbiose perfeita para discutir o Marketing 3.0.

      Numa primeira intervenção o Dr. Pedro Aguiar começa por exemplificar as transições e diferenças do Marketing salientando que este é transversal remetendo-nos para o actual o 3.0 focando essencialmente que o Marketing muda sempre que ocorrem mudanças no ambiente macroeconómico influenciando assim o comportamento do consumidor ou seja actualmente muda do consumidor para abordar o ser humano na qual a lucratividade tem como contrapeso a responsabilidade corporativa. Este novo Marketing assume novos parâmetros que vai desde:

      Surpresa
      Mudança
      Risco
      Complexidade
      Velocidade
      Destaca também a preocupação do Marketing para o bem estar pobreza e sustentabilidade ambiental e traçou o perfil dos clientes 3.0 sendo estes mais conscientes activos e poderosos que nunca. Para finalizar a sua intervenção fala-nos da importância dos 3 V´S ( valued customers; value proposition; value network ) e do pensamento lateral “Blue Ocean” ( busca de novas necessidades; formas diferentes de atender as mesmas necessidades ).

      O Dr. Paulo Ferreira especialista na área das Vendas de acordo com o novo conceito diz que o vendedor de futuro para vencer as exigências do mercado actual deve de ser um Vendedor de Impacto. Para nos explicar o que é um Vendedor de Impacto deu exemplos práticos do dia-a-dia criando uma enorme empatia com os presentes, definindo que o vendedor deve ter Atitude – Humor – Acção ( AHA ) e praticar a fórmula 7-38-55 ( 7% o que se fala / o que é retido; 38% paixão/sentimento do que faço; 55% expressão corporal ). Defende também que o vendedor de futuro tem que satisfazer o cliente para além da sua necessidade ou produto e ser o seu fã.

      Conclusão: adorei muito esta iniciativa do Isvouga que para além de abordar temas actuais com dois profissionais distintos permitiu também interacção com os presentes. No final a opinião era unânime força Isvouga! Parabéns!

  7. Cátia Pinho Novembro 8, 2011 às 16:08 #

    No passado dia 29 de Outubro realizou-se a 1ªEdição no Isvouga do Marketing Sessions, com Pedro Aguiar e Paulo Ferreira, dois convidados especialistas em marketing e em vendas. Desde já quero congratular o sucesso e a organização desta 1ªedição, porque para além de aprender imenso nesta edição, passou-se ali um tempo bastante agradável.

    No seu todo, esta sessão resumiu-se essencialmente às tendências e inovações para o futuro referindo o Marketing 3.0, de modo a termos profissionais de sucesso no futuro nas áreas distintas.

    Primeiramente, assistiu-se à apresentação de Pedro Aguiar, que nos abordou sobre os cinco factores que podem definir o futuro: a surpresa, a mudança, o risco, a complexidade e a velocidade; ou seja, nos dias de hoje, vivemos tempo de macro transição, isto é, estamos a construir um novo paradigma.

    Pesquisa realizada e ideias importantes retiradas desta mesma edição revelam que o marketing tem que acompanhar as tendências do mercado, fazendo análises como as necessidades dos clientes (busca de novas necessidades e as formas diferentes de atender a essas mesmas necessidades), o custo do próprio produto no futuro, qual será o público-alvo mais interessante e como atingir esse mesmo público. Pedro Aguiar, especialista em marketing, ainda afirmou que “não market share” mas sim “costumer share”, ou seja, não fixar na quota do mercado mas sim estudar a quota de cada cliente para uma melhor rentabilidade.

    É importante, na vista de Pedro Aguiar e possivelmente na minha, obter um “High Concept & High Touch”, quer isto dizer que, é necessário um bom produto (a parte do design e da emocionalidade) mas também termos o contacto com o cliente (criando empatia e relacionamento com este).

    Hoje, diz-se que, “o produto é o marketing”! Mas, temos uma espécie de trocadilho: O produto é o marketing, o marketing é a experiência do produto, mas o que é marketing também é a própria marca! Pode-se dizer que, no fundo, a própria empresa /organização é o marketing. Pedro Aguiar diz que não se devia ter departamentos de marketing dentro das empresas.

    Falando de consumidores de actualmente, Pedro Aguiar explicita que a actual recessão mudou por completo e para sempre o comportamento dos consumidores (estes têm um poder muito mais intenso). Com isto, é no envolvimento dos clientes que devemos medir, porque o envolvimento não é oferecido mas sim conquistado por quem responde às necessidades dos clientes e ao seu feedback.

    Depois de muita aprendizagem da parte da apresentação de Pedro Aguiar, seguiu-se Paulo Ferreira, que demonstrou ser um profissional bastante interactivo e dinâmico com o público.

    Paulo Ferreira falou-nos que os vendedores de impacto não têm clientes, mas sim fãs!

    Um vendedor de impacto tem normalmente 5 pilares: Posicionamento Emocional ( forma como as pessoas se lembrarão do vendedor), Comunicação Interpessoal ( 7.38.55 [ 7% – o que se diz ao cliente; 38% – forma como se fala com o cliente; 55% – postura / linguagem corporal a ter com o cliente] ) , Rede de relacionamentos (relacionamento vertical e horizontal) , Posicionamento da Imagem, Prática de Acções de Apoio ( forma de marcar presença na mente dos clientes).

    Terminando a sua “divertida” e bastante enriquecedora apresentação, Paulo Ferreira ainda falou das siglas AHA! (Atitude, Humor e Acção) e da WOW! (Vendas de impacto).

    Resumindo, dá para enfatizar que o futuro do marketing passa por criar valor cultural. Criando este, haverá valor comercial.

    Espero voltar a repetir a experiência nas próximas edições do Isvouga Marketing Sessions.

  8. Maria Pintado Novembro 8, 2011 às 17:23 #

    Antes de mais gostaria de dar os Parabéns ao Prof.º Dr.º Ricardo Mena, por esta pioneira iniciativa, Isvouga Marketing Sessions. Felicito também os oradores presentes que foram bastantes eficazes na sua abordagem sobre duas temáticas pertinentes.

    O Marketing como o conhecemos e muitos o defendem, devido a era tecnológica em que vivemos, provocou uma mudança no perfil de comportamento do cliente. O que levou a que o Marketing se adaptasse através dos novos canais que entretanto foram aparecendo. Tudo para que desta forma não perca o seu elemento principal: o cliente.

    Ao contrário do Marketing Tradicional, que manifesta o racional (a mente) e o emocional (as emoções), benefícios para o cliente, o Marketing 3.0 inclui uma terceira dimensão: os valores. “As organizações precisam definir-se não apenas em termos de produtos e rentabilidade, mas em termos dos seus valores e maior ligação com a comunidade.” A incorporação de valores na história da empresa é importante. As empresas diferenciam-se pelos seus valores.

    Numa empresa a missão, a visão e os valores são hoje extremamente relevantes na era da informação, as pessoas não estão dispostas a assumir marcas pelo seu valor nominal. A empresa partilha com o cliente semelhanças de valores e desejos. O que os clientes querem não é apenas a autenticidade, satisfação a nível funcional e emocional, mas também incluir o seu impacto social (criatividade, inovação, cultura, tradição, o meio ambiente). Por exemplo: a Coca-Cola, a Apple, o Toyota Prius.

    Como estamos numa era meramente tecnológica vai proporcionar a conectividade e a interatividade, o que faz com que as pessoas passem de clientes a “produtores”. O cliente tem mais poder (dita as regras e a empresa controla internamente).
    Marketing 3.0 é tudo sobre crescimento, com todas as partes interessadas.
    A experiência de um produto jamais é isolada. Por isso, é que a competição entre as redes é muito importante. Uma nova maneira de criar produto e experiência por meio da colaboração das empresas, clientes e fornecedores interligados por uma rede de inovação.

    Abordou-se também uma questão pertinente: a velocidade em detrimento da qualidade. O surgimento de computadores pessoais com as suas redes de comunicação globais como a Internet (comunicação online) coloca a humanidade perante uma nova vaga de transformações, torna-se cada vez mais a principal fonte de divulgação. Perante este cenário, fala-se de em vez dos habituais “4P’s” de Philipe Kotler (Product, Price, Place, Promotion) se acrescente um quinto “P” de Planet que se deve à globalização. Atualmente, a expressão “tempo real” aparece com frequência dando a ideia da velocidade, a que corre a informação através dos canais de comunicação que envolvem o globo.

    Quanto ao vendedor do século XXI e o seu perfil, este deve estar sempre “online”, e como tal deve saber sempre e muito bem sobre o seu cliente (cognição social). O mesmo tem de ser um expert em comunicação e relações. Podia mesmo dizer-se que se cria uma espécie de “parceria” entre o vendedor e o cliente. Os clientes não compram o produto, mas sim a emoção e, é isso, que o vendedor do século XXI tem de ter capacidade, vender emoções, o falar com paixão do nosso produto, porque mesmo que não sejam as palavras certas, ele vai valorizar muito mais essa ação. Sobretudo, a satisfação para além do produto e não dar focus ao produto, como se fosse um “disco riscado”

    Aliás, o preço já não tem causa; o vendedor tem uma imagem negativa perante a sociedade (que é chato, aldrabão, vigarista); alguns clientes sabem mais que o vendedor em relação ao produto. E, como tal, o vendedor precisa de se adaptar a nova realidade.

    Por incrível que nos pareça, temos algo aprender com as crianças nesta área de negociação de vendas:
    – o “Não” (que têm alguma dificuldade em aceitar e persistem até ouvir um “Sim”);
    – a persuasão (têm uma capacidade fantástica, onde as usuais birras se tornam para elas o ponto chave da negociação);
    – são excelentes negociadores (de forma intuitiva conhecem as melhores estratégias a serem utilizadas para o resultado que desejam).

    Atualmente, o vendedor tem a vantagem de adquirir um Know-how de técnicas de negociação. Ao longo da sua vida profissional, pode acrescentar-valor e pode adquirir potencial. Mas, esquece-se muitas das vezes que um bom vendedor é aquele que é um bom escutador (90% para escutar e 10% apenas para falar).

    Para concluir, os produtos não podem mais ser vendidos isoladamente. Toda a empresa é Marketing. O acumular de experiências individuais do cliente é que cria maior valor para o produto. O vendedor do século XXI para o objetivo de vendas de impacto com sucesso tem de possuir: atitude, humor e ação. A nova definição de Philip Kotler do Marketing é tão simples e direta quanto isto: “restaurar a confiança do consumidor”.

  9. Pedro Costa Novembro 9, 2011 às 01:24 #

    Em 1º lugar destaco a importância deste tipo de iniciativa, pois consegue-se conjugar a teoria à prática, com profissionais como os nossos oradores (Pedro Aguiar e Paulo Ferreira).
    Conseguiram de uma forma clara e concisa e em tão curto espaço de tempo, abordar os temas a que estavam destinados e que são o cerne de todo o envolvimento de uma organização.
    O Mkt está em constante evolução, em que a velocidade é muito mais importante que a qualidade (facto adquirido à partida), ou seja, hoje é tudo muito mais rápido mas bastante mais eficaz (Mkt 3.0).
    O produto, a experiência, a marca, isto é Mkt, ou melhor, o Mkt é toda a organização, são todas as empresas (ou deveriam ser), pois é muito mais importante que o Mkt esteja espalhado pela organização do que propriamente especifico.
    Temos que pensar sempre como consumidor e não como marketeer.
    Temos que ser transparentes, responsáveis, corajosos (temos que correr alguns riscos), lideres e humildes, pois hoje posso saber muito mas amanha pode haver alguém que sabe mais que eu.
    O Mkt 3.0 vê qual o feedback dos clientes, pois são estes que são os nossos melhores vendedores

    Aqui entra o nosso amigo Paulo Ferreira que com toda aquela boa disposição (não fosse ele especialista em vendas) conseguiu vender o produto que estava a comercializar a toda a plateia.
    Um vendedor deve ter em conta cinco grandes pilares: Posicionamento Emocional ( forma como as pessoas se lembrarão dele), Comunicação Interpessoal ( 7.38.55 [ 7% – o que se diz ao cliente; 38% – forma como se fala com o cliente; 55% – postura / linguagem corporal a ter com o cliente] ) , Rede de relacionamentos (relacionamento vertical e horizontal) , Posicionamento da Imagem, Prática de Acções de Apoio ( forma de marcar presença na mente dos clientes).
    Para Paulo Ferreira ter Atitude, Humor e Acção, é essencial para ser um vendedor de sucesso e eu………….. subscrevo!

    Parabéns a todos pelas intervenções e pela organização deste primeiro de muitos seminários (penso eu).

  10. Antonio Pinho Novembro 9, 2011 às 01:25 #

    O Marketing e o Vendedor do Futuro.

    O seminário “ISVOUGA Marketing Sessions”, foi sem dúvida, prova de um exemplo muito positivo.

    Os temas abordados, sensibiliza-nos para a realidade que vivemos e alerta-nos para os tempos de mudança/transição e a velocidade a que se dá.

    O Marketing 3.0 acrescenta novos conceitos, novos paradigmas ao Marketing. Face às grandes transformações que temos vivido, temos a necessidade de nos adaptar ao presente, mas sempre com a visão no futuro, só assim conseguirá dar uma resposta positiva.

    Para uma resposta positiva, o marketing cada vez mais, tem que ter um conhecimento transversal, isto é, tem que conhecer várias áreas, de forma a poder cruzar esses mesmos conhecimentos para conseguir resultados positivos, quer na criatividade quer na inovação.

    O Marketing 3.0 dá relevo à sustentabilidade da marca/produto. Só será possível se respeitarmos o consumidor, comunicarmos com ética porque o produto é que é o marketing. Através da experiencia que o consumidor terá com o produto/marca, irá ditar o sucesso, ou não, do mesmo. Tendo presente que o produto/marca são o “espelho” da empresa/organização podemos dizer que o Marketing é toda a organização/empresa.

    Como referido anteriormente, o Marketing 3.0 assenta na sustentabilidade da marca/produto, mas por si só não conseguirá fazer a diferença.

    A área das vendas tem uma grande cota de responsabilidade pelo êxito/sucesso da marca/produto. Não poderá ser só marketing a trabalhar a sustentabilidade, tem que, forçosamente que ser trabalhada pelos vendedores e esta sustentabilidade só será possível se os vendedores conseguirem os “clientes seguidores”/ “os fãs”.

    Para isso, o vendedor terá que ter em atenção o posicionamento emocional (atenção personalizada), a comunicação interpessoal (7.38.55 – ouvir mais falar menos; comunicar com paixão/sentimento; a sua postura corporal/apresentação; ser uma referencia) a sua rede de relacionamentos (conseguir relacionar-se a qualquer nível; ser lembrado por todos; sociabilizar), o posicionamento de imagem (adequação ao contexto social, isto porque, vemos e somos vistos) e a pratica de acção de apoio (a forma de marcar a presença na mente dos clientes).

    Na minha opinião, cada vez mais está implícito que nem o marketing, nem a área das vendas, funcionam se não estiverem em sintonia.

  11. Rosa Maria Costa Novembro 9, 2011 às 10:36 #

    MARKETING SESSIONS” – “MARKETING 3.0”
    A PRIMEIRA SESSÃO.

    De forma simples, vou enunciar
    alguns pormenores, dos quais ainda me lembro
    do Evento “MARKETING SESSIONS” em Outubro
    e relatado agora, em Novembro.

    Subordinado ao tema “MARKETING 3.0”
    em que se presenciou algumas situações de brincadeira
    resultantes das excelentes apresentações
    dos Doutores José Aguiar e Paulo Ferreira.

    Das primeiras palavras do Doutor Aguiar
    podemos deduzir que o “MARKETING 3.0” é uma geração
    que num futuro muito próximo, estará obsoleto
    resultante da sempre constante inovação.

    E que segundo um seu critério
    verifica-se que privilegia a velocidade
    em relação á imprescindível qualidade
    que já deverá de existir, por princípio nas empresas.

    Uma ideia que para mim, foi bem clara
    e desta forma, pretendo bem frisar
    é que o verdadeiro “MARKETING” de cada empresa
    deve cada um dos seus funcionários praticar.

    Para terminar, o Doutro Aguiar
    em jeito de finais conclusões
    falou de uma empresa de sucesso
    que a si atrai, diversas multidões.

    Em como o “Cirque du Soleil” foi capaz
    de seus maiores custos se livrar
    eliminando as atracções com os animais
    enaltecendo a arte humana, a resultar.

    Após ter dada a apresentação por terminada
    com a derradeira conclusão
    aplaudiu o público o seu desempenho
    por tão excelente apresentação.

    Fala agora o Doutor Paulo Ferreira
    cuja apresentação foi um primor
    mostrando ao público ali presente
    a arte de um bom Vendedor.

    Consigo, veio o velho amigo Óscar
    não ao vivo, mas visível, na tela, ao fundo
    sapo, de cor verde e olhos salientes
    desperto e atento ás mudanças do mundo.

    Da sua apresentação, a ideia que me marcou
    é que um vendedor, como criança, quando bem disposta
    usa da persuação, para conseguir o que quer
    e nunca aceita um “Não” como resposta.

    Para grande desilução minha
    ainda a apresentação se iniciava
    retirava-se a minha pessoa do auditório
    pois outro compromisso me esperava.

    Mas dizem que a mesma foi excelente
    e que foi uma boa forma de interiorizar
    as diversas formas de tácticas de venda
    que a qualquer cliente vai agradar.

    E assim, desta forma tão simples
    que expresso a minha mais humilde opinião
    que os “MARKETING SESSIONS” serão um êxito
    como assim o foi a sua primeira sessão.

    Parabéns ao Coordenador do Curso de “MARKETING”
    por esta sessão tão dinâmica e criativa
    Muito Obrigada, Professor Ricardo Mena
    um Bem- Haja por esta iniciativa.

    ROSA MARIA COSTA

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